- Ele só pode está brincando com a nossa cara, e adiando minhas férias – diz Charles.
Andrew estava furioso porque não aceitava o fato de um serial entrar num local sem ser visto, era para estar sendo vigiado. Como pode segurar duas mulheres nos braços e ninguém vê nada, não é possível. Ele sempre consegue desligar as câmeras quando não quer ser visto.
- Detetive- o comandante Adam o chama.
- Agora não comandante minha cabeça está a mil, Andrew ainda estava com a mesma roupa de havia saído de Amitivilly. Ele não tinha visto os corpos ainda.
- Eu quero todo mundo na delegacia, porque assim que eu chegar lá, quero começar o interrogatório, não quero ficar perdendo tempo – ele diz encarando-o.
- Tudo bem detetive, já vou providenciar tudo – diz o comandante Adam.
Sharon chega no local nervosa e apreensiva com o que iria encontrar.
- Me diz que encontrou alguma coisa, diz ela encarando-o.
- Ainda estão investigando a cena do crime, só tiraram fotos, o museu já foi todo vasculhado, eu vou para casa me trocar e depois vou direto para delegacia, como estão as coisas por lá? Pergunta Andrew.
- Eles rastrearam o celular da Chery, e deu aqui na cidade, ele está aqui com ela Andrew, tudo era apenas para nos afastar daqui. Já coloquei uma equipe para ir até o local, você viu de quem era os corpos que foram encontrados no museu? Pergunta Sheron.
- Não, minha cabeça já estava a mil aqui, eu ia me trocar, depois conversamos.
- Ok Andrew te informo tudo que conseguir. Ela vai até o museu.
Quando Sharon se aproxima e ver, eram dois corpos, ela se arrepia dos pés a cabeça. Elas estavam penduradas de pernas abertas, braços amarrados na frente do corpo, tinham as mesmas expressões facial como as outras encontradas. Ela dá uma volta no corpo, observando cada detalhe, uma delas estava sem o coração, e ele não havia deixado recado dessa vez, ela dá um suspiro de alívio, pois pensava encontrar o corpo de Chery.
Nome da 1 Vítima: Cristine Angeline
Nome do Pai: Desconhecido
Nome da mãe: Anne Angeline
Hora do desaparecimento: 18:00hs
Namorado: nenhum
Nome da 2 Vítima: Diana Collins Faster
Nome do Pai: Piter Collins
Nome da mãe: Anne Faster
Hora do desaparecimento: 21:00hs
Namorado: Bryam
- Ele não está agindo só – diz Charles
– Vai entender o que se passa na cabeça desse psicopata e saber o que o leva a cometer crimes bárbaros, esse tem prazer no que está fazendo – diz o comandante Adam.
Quando Andrew chega na delegacia, já haviam repórteres por lá.
- Detetive Andrew é verdade que foram encontrados dois corpos dentro do museu? Um dos repórteres pergunta
- Detetive Andrew – eles os chamam, pois queriam matéria para publicar.
Ele entra na delegacia sem da nenhuma palavra.
Quando se trata de um crime a mídia atrapalha mais do que ajuda, querendo saber de informação, isso dá sempre uma chance dele está a dois passos a nossa frente, ficando assim difícil encontra-lo, a mídia fala demais. As únicas testemunhas que poderiam dizer quem ele era estavam todas mortas.
Eles checaram as câmeras de segurança, onde as vítimas foram vistas pela última vez, perguntaram de pessoas que estavam no local em que elas foram vistas, se tinham percebido algo estranho ou visto alguma coisa.
Quando Sharon estaciona em frente a delegacia, desce correndo, pois haviam mais repórteres, ela vai direto para sua sala, e fica um bom tempo sentada, a delegacia estava uma pilha nesse dia, haviam outros casos mais não de mortes, alguns assaltos foram feitos em algumas casas nos bairros, suspeitos foram presos, então que correria estava naquele dia.
Sharon estava meio distraída pensando nas mortes que W.H havia feito, e como sempre não havia deixado rastros. Ela fica segurando uma caneta na mão, e até que percebe que em cima de sua mesa havia uma caixa de presente, com uma fita vermelha amarrada em volta da caixa, e um cartão em branco, não havia nada escrito nele.
Ela puxa a fita e quando tira tampa de cima da caixa estava um papel escrito surpresa, por cima dele havia um embrulho, e quando ela vai abrindo o embrulho, estava o coração, Sharon da um pulo da cadeira apavorada, ela pensa será que é o coração de uma das vítimas, ela sai correndo de sua sala, abre a porta deixando-a aberta, ela vai até a sala de interrogatório onde estava Andrew, o interrompendo quando abre a porta. Ele percebe que ela estava assustada e pálida. - Aconteceu alguma coisa? Pergunta Andrew.
- Vem agora para minha sala – Andrew deixa a sala e vai em direção a sala de Sharon que era no mesmo andar.
- Mas que filho da mãe, como ele entrou aqui na delegacia e ninguém viu – diz Andrew irritado.
- Ele deve ter percebido que hoje estava um caos de cheia e aproveitou – diz Spencer que já estava ficando assustado com tudo que estava acontecendo, afinal como ele pôde ter entrado na delegacia. Logo os peritos são chamados pois agora a delegacia era cena de crime. Todos que estavam para ser interrogados foram dispensados, para que a delegacia ficasse vazia.
- Eu quero todas as imagens das câmeras de segurança daqui do departamento agora – diz Andrew. Logo começaram a olharam cada câmera de todos os andares para ver se viam algum suspeito.
- Eu não acredito que ele teve a audácia de entrar aqui – diz Spencer.
No momento em Andrew estava de olho em cada imagem da câmera de segurança, tanto na entrada como na saída, havia um suspeito com boné na cabeça, segurando uma sacola preta na mão, ele estava vestido todo de preto, quando eles acham que estão ajustando seu rosto, Andrew pede para focar bem a imagem em seu rosto e percebe que ele estava usando uma máscara facial para não ser reconhecido.
- Como você sabe? Pergunta Spencer
- Repare bem seu pescoço, dá para ver que tem algo solto.
- Ah é verdade – diz Charles olhando para Andrew.