[capítulo 04]

1779 Palavras
“*” Dhulia Oi! Meu nome é Dhulia, tenho 17 anos, moro com minha irmã mais velha Victoria. Estou no último ano do ensino médio, pretendo fazer faculdade de medicina, minha irmã não dá muito bem com nossos pais, por isso ela decidiu sair de casa e eu gosto muito da minha irmã e não queria deixar ela sozinha então eu fui junto, já tem um mês que estamos morando juntas, nossa vó deu alguns imóveis para gente o restante minha irmã comprou. Estou tentando arrumar um emprego mas é difícil por eu ser menor de idade, minha irmã também disse que não há necessidade, mas mesmo assim vou continuar procurando. Acordo com o despertador tocando, suspiro fundo, estico meu braço pegando o celular desligando o despertador, me sento na cama me espreguiçando, dou outro suspiro longo olhando para porta do meu quarto. Ultimamente não estou com vontade de fazer nada, talvez seja só tédio da vida mesmo ou… Ai sei lá, melhor não pensar muito sobre isso. Me levanto e como de costume faço minha higiene pessoal, tomei um banho e visto o uniforme da escola, pego minha mochila, meu fone e o celular, vou para cozinha e vejo minha irmã sentada na mesa comendo calmamente, isso é estranho de se ver ainda mais ela que sempre sai apressada, coloco a mochila no sofá e me sento na mesa. – bom dia girassol. Fala ela tomando café olhando para mim. – Bom dia mana, milagre você tomar café. Falo isso preparando um pão para mim. – Hoje consegui escutar o despertador hahaha. Fala a mesma rindo. – Que bom mana. Hoje não vou estar em casa depois do almoço, vou sair com o papai. Digo comendo pão. – Que bom neném, quando sair me manda mensagem. Fala ela me entregando uma caneca com leite e toddy. – Maná você tá bem? Pergunto um pouco preocupada, sei que ela não se dá bem com nossos pais, tenho um pouco de raiva disso. – To mana relaxa. Ela sorriu. Eu sei que ela não está, sempre fingindo. Terminamos de tomar café da manhã e saímos cada uma para o seu caminho. Chegando no colégio vou direto para sala me sento na frente, acabei chegando um pouco tarde mas não tem problema pois o professor chegou junto comigo, as aulas ocorre normalmente, no fim das aulas saiu do colégio e vejo meu pai me esperando escorado no carro, meu pai é bem estiloso sempre andando bem vestido cabelo bem cortado até as meninas da minha idade sente vontade de ficar com ele. – Oi pai. Digo abraçando ele e dou um beijo em sua bochecha. – Oi filha, como você está, está comendo bem? Veja como está magra, sua irmã cuida bem de você ? Porque não parece que está. Diz ele me olhando de baixo para cima, como sempre ele arranjando um motivo para falar m*l da minha irmã, mas ele sempre cuidou bem de mim e ele sabe disso só é orgulhoso demais para aceitar isso. – Pai, por favor não fala assim da minha irmã, ela cuida muito bem de mim sim. – Ok filha, então vamos. Ele abre a porta do carro para mim e eu entro, logo ele entra também e liga o carro e sai em direção a um restaurante. Fomos para um restaurante, almoçamos e falamos de várias coisas, ele até tentou me fazer voltar para casa como sempre eu neguei e disse que não deixaria minha irmã sozinha. Meu pai disse que tinha que passar no seu mecânico para pagá-lo, tempinho depois chegamos lá, ele estaciona o carro saimos do mesmo então entramos, logo a gente bate de cara com um cara lindo, ele realmente era lindo, seus olhos castanhos, seus cabelos ondulados e mesmo com o cheiro de graxa que saia dele não fazia dele menos interessante. – Senhor Rogério, que bom ver o senhor. Diz aquele homem falando com o meu pai, parece se conhecer. – Henry, como vai ? O homem que estava na minha frente que se chama Henry limpa sua mão e aperta a do meu pai. – Vou bem e o senhor ? – Estou ótimo, essa daqui é minha filha caçula Dhulia. – Oi é um prazer te conhecer. Ele diz para mim com um lindo sorriso. – Oi, o prazer é todo meu. Dou um sorriso tímido. – Então, onde está seu padrasto? Pergunta meu pai. – Ele está no escritório o senhor já sabe onde é ne. – Sim eu sei, filha vou lá falar com o dono fique aqui com o Henry daqui a pouco eu volto. Meu pai me dá um beijo na testa e some da minha vista entre os carros. Meu pai demorou bastante e eu não reclamo pois conversei bastante com o Henry, ele é muito gentil, um verdadeiro cavaleiro, falamos de várias coisas aleatórias, um tempo depois meu pai aparece e diz que a gente precisava ir embora pois estava atrasado. – Tchau Henry, foi muito bom te conhecer. Falo e dou um sorriso. – Tchau e obrigado pela companhia. Ele dá mais um daqueles sorrisos lindos, que só ele dá. Fomos embora, meu pai me deixou em casa e m*l se despediu e foi embora, provavelmente não queria Estava eu lá na padaria trabalhando como sempre, minha vida anda um tédio. Dou um suspiro longo e organizo o caixa. – Princesa, você está bem? Diz a Nayara se escorando no balcão do caixa. – Ah n**a, é só tédio mesmo, como se tivesse faltando algo. Respondo a mesma. – Isso aí se chama rotina, sua vida anda uma rotina, só estuda, trabalho e dona de casa, deveria fazer coisas diferentes, pensar mais em você. Disse a Nayara ficando do meu lado. Ela tem razão, nem tempo para mim estou tirando, mas também é tanta coisa para cuidar, é tanta responsabilidade que me consome. – Vou tentar tirar mais tempo para mim, sair e esfriar a cabeça. Suspiro. – Que tal a gente sair e tomar um shop? Só nós três. – Parece bom, vamos então, mas tenho que passar em casa primeiro. – Ok então gata, vou avisar a Heula. Voltamos ao trabalho, hoje fechamos mais cedo não tinha muito movimento. Como tinha combinado com minhas amigas, fui para casa me arrumar, vou direto para o quarto, tomo um banho, lavo meus cabelos, depois de um tempo saiu do banheiro enrolada em uma toalha, vou até o guarda-roupa, pego um jeans branco com alguns rasgados, ela fica bem apertada em mim, pego um cropped rosa com bojo tomara que caia, me visto, passo um lápis na sobrancelha e uma máscara de cílios, não sou muito chegada a maquiagem, passo creme em meus cabelos e faço os cachinhos e calçou um tênis e visto um blusa de frio e pronto, vou até o quarto da minha irmã avisar ela. – Mana vou sair com as maluquetes viu, daqui a pouco estou em casa. – Finalmente em mana, você só fica em casa. Ela diz isso rindo. – Hahaha, engraçadinha, como foi o passeio com o pai ? – Foi legal, tirando a parte dele querer que eu voltasse para casa. – Olha meu amor, se você quiser ir, eu não vou te impedir, vai ficar tudo bem, você pode me visitar sempre quando quiser. Digo isso e dou um sorriso. – Não mana, eu prefiro morar com você, aqui eu posso ser livre e eu amo ficar contigo. Diz minha irmã, eu solto um sorriso bobo e dou um abraço nela. – Então eu estou indo, beijos meu anjo. Falo isso saindo do quarto dela escutando as malucas buzinando, saio de casa, tranco a porta e entro no carro. – Que isso em, ta gostosa, se não gostasse de macho eu te pegava. Fala a Nayara e todas nós rimos. – Que isso garota, eu sou difícil, da licença. Falo isso jogando o cabelo para trás. Fomos o caminho inteiro fazendo piadinhas e rindo de todas, mesmo que não fosse engraçado, sentamos no balcão do barzinho e pedimos um chopp, bebemos bastante, rimos muito e fora os foras que demos em alguns meninos. – OI princesa, posso te fazer uma pergunta ? Diz um estranho para mim. – Vai em frente. Respondo. – Doeu quando você caiu do céu ? – Hahaha porque eu sou um anjo, as asas amorteceu a queda. Minhas amigas começaram a rir e o cara foi embora com vergonha. – Essa foi hilária hahaha. Diz a Heula morrendo de rir. – Foi mesmo n**a arrasou hahaha. Diz a Nayara morrendo de rir também. Nossa noite acabou, já eram três da manhã, elas me deixaram em casa, tomei um banho rápido e me deito na cama pego no sono bem rápido. Amanheceu tão rápido, ainda bem que não tenho ressaca, tomo um banho visto uma roupa confortável, hoje eu vou de cabelo amarrado estou sem cabeça para ajeitar meu cabelo, coloco meus óculos, pego minha mochila e vou para cozinha, preparo o café da manhã bem rapidinho e me vou para o quarto da dorminhoca para acordá-la. – Princesa, hora da corda, você tem aula. Falo abrindo as cortinas de seu quarto, Dhulia dá um gemidinho de negação e encobre a cabeça, puxo a coberta. – Nada disso danadinha, vamos levantar ou vai ficar sem café da manhã. Saiu do seu quarto, vou para cozinha me sento na mesa, alguns minutos depois a Dhulia aparece se senta na mesa com cara de sono. – Bom dia bela adormecida. Dou um sorriso tomando café. – Bom dia mana. Fala ela bebendo seu leite com toddy que fiz para ela. – Mana eu conhece uma menino. – Sério e como foi ? Essa é nova haha. – Ele é mecânico, muito simpático, viramos amigos, peguei o número dele e marcamos de sair. – Isso é ótimo meu amor, espero que ele seja uma boa pessoa para você. – Nosso pai conhece ele, prevejo que ele seja uma boa pessoa, já que é amigo do papai. – Verdade, seu pai é muito chato. Sorrio. – Mana ele é seu p-. A interrompo. – Ele deixou de ser meu pai quando me expulsou de casa e não falamos mais disso, ok. Me levanto da mesa, pego minha mochila e meu celular. – Estou indo para faculdade, qualquer coisa me ligue. Dou um beijo em sua testa e vou embora, não gosto quando entramos nesse assunto, ninguém acreditou em mim quando eu disse e ela ainda quer defendê-lo. ver minha irmã. Entro em casa, vou direto para o quarto, tomo um banho e meto a cara nos estudos.
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