JOANA Eu estava ali, uma marionete atada, os pulsos e os tornozelos amarrados como correntes que me prendiam a um destino c***l. Minha cabeça latejava, uma dor contínua ecoando na minha mente. Ao abrir os olhos, a visão turva revelou o rosto sádico de Jay, como uma sombra que paira sobre os piores pesadelos. — A Deusa acordou. — Ele riu, uma risada que ecoava sinistra na sala escura. Minha mente, ainda entorpecida, tentava processar a realidade distorcida diante de mim. Jay, o homem que representava meu passado obscuro, estava ali, mais ameaçador do que nunca. — Pensou que poderia se esconder por muito tempo? — ele continuou, o riso ainda dançando em seus lábios. — Tenho olhos sempre abertos, não preciso nem procurar que a informação cai no meu colo. Minha boca secou, uma mistura de m

