GEORGE Quando Joana finalmente adormeceu, eu me desvencilhei do quarto silenciosamente. O ponteiro do meu relógio indicava onze e meia da manhã, e uma sensação urgente de responsabilidade se apossou de mim. Tirei o celular do bolso e disquei para o meu advogado. — Preciso de informações sobre o caso de uma pessoa — pedi, com uma seriedade que ecoava no tom da minha voz. Meu advogado, do outro lado da linha, solicitou mais detalhes. — Lucas Monteiro — disse ao me lembrar do garoto que vi na cama hospitalar, como ele pode ter mudado tanto — Ele está preso na delegacia da Daytona. Ele instruiu-me a ir até a delegacia, prometendo que assim que tivesse qualquer notícia, entraria em contato. Deixei a casa de Joana e dirigi até a delegacia, as preocupações pesando em meus ombros. Cheguei

