Capítulo 6 - Viktor

906 Palavras
Viktor Eu podia ver o medo no rosto dela, mesmo depois de tudo o que já tinha acontecido naquela noite. O corpo dela ainda tremia quando se ajoelhou à minha frente novamente, obediente, quase resignada. Olhei para baixo, controlando minha respiração. Nunca tive paciência para sentimentalismo, mas havia algo naquela mulher que mexia comigo, mesmo que eu não quisesse admitir. — Passe a língua na minha glande, em movimentos circulares. Depois, coloque tudo na boca. Não me morda, entendeu? — Sim — respondeu, com a voz baixa. Ela começou devagar, mas logo encontrou um ritmo. Eu a conduzi com a mão, guiando seus movimentos, sentindo meu corpo inteiro estremecer. A boca dela era quente, e ela me olhava às vezes com aquele olhar assustado, mas determinado. Quando percebi, já estava gemendo baixo, o prazer subindo rápido demais para que eu pudesse controlar. Não demorou para eu gozar em sua boca. Segurei o queixo dela e a encarei. — Engula tudo. Ela fez uma careta de nojo, mas obedeceu, engolindo devagar, sem protestar. — Deite-se na cama — ordenei. Ela se deitou, hesitante, com as pernas fechadas. Levantei uma sobrancelha, e ela entendeu, abrindo-as lentamente, os olhos fechados em constrangimento. Subi beijando o pé dela, passando pelos joelhos, até chegar entre suas pernas. Comecei a beijar e chupar, devagar, explorando seu corpo. Quando passei a língua devagar no centro dela, ela soltou um gemido alto. — Ah... — g.emeu, e depois ficou vermelha, me encarando surpresa. Continuei sem pressa, explorando, sentindo o corpo dela se entregar pouco a pouco. Quando ela se derramou em minha boca, fiquei satisfeito — quase orgulhoso. Não usaria preservativo. Ela era claramente virgem, não havia risco. E eu precisava sentir tudo, daquela vez. Me ajeitei entre as pernas dela, segurando firme sua cintura. Encostei a glande na entrada e comecei a pressionar devagar. Ela gemeu, não de prazer, mas de dor, os olhos apertados, os dedos cravados em meu braço. — Vou ficar um tempo parado dentro de você. Quando puder me mexer, me avise. — Está bem — sussurrou, olhos ainda fechados. Depois de alguns segundos, ela assentiu. — Pode se mexer. Comecei devagar, sentindo cada reação dela. Logo, os gemidos mudaram de dor para prazer. Passei a investir mais fundo, ouvindo o som dos nossos corpos se chocando. Ela gemeu alto, o prazer evidente no rosto. Quando achei que ela já estava adaptada, saí de dentro e ordenei: — Fique de quatro. Ela obedeceu, meio desajeitada, mas fui ajustando a posição, deixando-a perfeita para mim. Penetrei-a com força, sentindo o corpo dela tremer e a respiração acelerar. Dei algumas palmadas em sua b***a, sentindo o calor subir. Os gemidos dela encheram a sala, altos, desesperados. — Aperte para mim. — Ah... ah... não pare — ela implorava, e isso me deixou ainda mais duro. Continuei, aumentando o ritmo, ouvindo o som molhado, sentindo as pernas dela cederem quando gozou de novo. Só então deixei meu corpo explodir, gozando forte dentro dela, respirando ofegante. Afastei-me, tentando recuperar o controle. Ela se deitou na cama, também ofegante. Alguns minutos se passaram em silêncio, até que percebi meu desejo crescendo novamente. Deitei-me ao lado dela. — Sente-se em mim, agora. Mas sente com vontade. Ela montou em mim, com cuidado, ainda sentindo dor, mas logo pegou o ritmo. Segurei sua cintura, guiando seus movimentos. Quando ela começou a cavalgar com mais confiança, dei um tapa no rosto dela. Ela sorriu, como se desafiasse a dor e o medo. — Gosta de ser chamada de minha v***a, não gosta? — Eu sou sua v.adia, sim — respondeu, rebolando em cima de mim. Deixei que ela me dominasse por alguns minutos, até que g.ozamos juntos, o corpo dela tremendo sobre o meu. Saí da cama, fui ao banheiro lavar o rosto. Ela fez o mesmo. Quando voltou, sentei na beira da cama e a encarei. — Geralmente pago as mulheres em dinheiro, mas vou pedir ao meu advogado que faça uma transferência para você. Ela me olhou, nervosa. — Não quero parecer interesseira, mas preciso saber quanto vai me pagar. Sei que não há mais tempo para programa hoje, passei a noite toda aqui. — Vou pagar o mesmo valor que pago para um programa completo. Agora, precisa sair antes do nascer do sol. Não pode ser encontrada aqui durante a conferência dos guardas. Me passe seus dados bancários. Ela me passou a conta com as mãos trêmulas, vestiu-se e saiu, acompanhada por outra mulher. Fiquei assistindo enquanto se afastava. Peguei o telefone, liguei para Artem, meu advogado de confiança. — Artem, preciso que faça uma transferência urgente para uma mulher. Do outro lado, ele resmungou. — Sabe que pode me ligar de manhã, Viktor. — Não posso esperar. Não é propina, não é para ninguém daqui de dentro. É para uma mulher que esteve comigo está noite. Quero que transfira cento e oitenta e dois mil rublos para a conta dela. Depois disso, quero que descubra tudo sobre ela, desde o endereço até o passado familiar. — Sabe algo sobre ela? — Ainda não. O nome dela vai aparecer na conta. Use isso. E seja discreto. — Está certo. Mas Cento e oie dois mil? Ela é de ouro? — Apenas faça o que estou pedindo. — Farei. Agora tente dormir, Viktor. Você precisa descansar. Desliguei sem responder. Fiquei olhando para o teto da cela, sentindo algo estranho, quase incômodo, crescendo dentro de mim.
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