Enquanto lutava para desfazer os 300 nós do vestido que pareciam desafiar minhas habilidades, fui surpreendida pela entrada repentina de Dante no quarto. Sua presença imponente preencheu o espaço, e meu coração acelerou em resposta, misturando irritação com uma pontada de algo que eu preferia não reconhecer. "Você não aprendeu a bater antes de entrar nos lugares?", reclamei, virando-me para encará-lo com os olhos faiscando de frustração. Dante não pareceu se abalar com meu tom áspero. Ele simplesmente se aproximou com uma calma que contrastava com minha agitação. "Você sabe que não precisava fazer tudo isso sozinha, não é?", disse ele, sua voz suave e carregada de preocupação. “Vire, vou te ajudar com o seu vestido.” Suspirando, obedeci, sentindo um calor estranho surgir em minhas boch

