O rugido do motor ecoava pelas ruas de Milão enquanto Dante acelerava o carro em fuga, deixando para trás a turbulência da mansão de Michele Nicaso. Eu estava ao seu lado, fervendo de raiva, e comecei a descontar minha frustração batendo no braço dele. Dante tentava se esquivar dos meus tapas enquanto mantinha os olhos fixos na estrada, preocupado com o perigo iminente. "Para com isso, Catarina!", Dante exclamou, esquivando-se habilmente dos meus golpes enquanto mantinha o controle do veículo. "Nós vamos acabar batendo se você continuar assim." Eu o encarei com fúria, sem me conter. "Por que você fez isso?", gritei, minha voz carregada de indignação. Dante me lançou um olhar surpreso, suas sobrancelhas franzidas em confusão. "Do que você está falando?", ele perguntou. "Você está re

