8. Beijo 🔥

1464 Palavras
Dylan — Que p***a você pensa que está fazendo? — Pegando o que eu quero — ela respira, esmagando seus lábios macios nos meus mais uma vez. Por um momento, considero prender aquele lábio inferior carnudo entre os dentes. A diabinha de um metro e meio e boca suja com olhos hipnóticos está me escalando como se fosse seu próprio Everest, lutando para se agarrar. Tenho que dar um crédito a ela por ser ousada, apesar da nossa diferença de tamanho. Antes que eu registre isso completamente, minhas mãos estão tateando seu vestido frágil, o desejo se sobrepondo a todos os pensamentos coerentes. Ela poderia muito bem estar nua, e eu só preciso de uma boa f**a para abafar a voz monótona do Dr. Rosso rangendo sem parar em meu crânio. Falando sem parar sobre seu chamado “prognóstico”. Esta noite, ela é exatamente o que eu preciso – sem amarras, pura e crua p***a. Parece que todas as mulheres no meu bar estão circulando como um tubarão faminto, com os olhos fixos no prêmio: a proposta de casamento de um bilionário. Mas eu já tenho um casamento na fila, com uma mulher que eu não amo verdadeiramente. Todas afirmam que estão aqui apenas para se divertir, mas dê-lhes alguns dias e elas estarão me perseguindo como se eu lhes devesse alguma coisa. Algumas até têm a audácia de aparecer no meu apartamento, tentando passar pela segurança com conversa fiada. Isso tem me gerado problemas, porque não quero que Marcelly saiba sobre minhas aventuras. Apesar de que sei que ela não se importaria. Esmago meus lábios nos dela, reivindicando sua boca em um beijo áspero. Ela agarra minhas costas, agarrando meu cabelo, me incentivando enquanto nosso beijo se torna desesperado e frenético. Como se estivéssemos tentando acabar com uma dor vazia por um tempo. Eu a empurro de volta para o banheiro, em um momento desesperado para me equilibrar. Um gemido ressoa em meu peito quando eu a levanto do chão, balançando apenas ligeiramente. Ela engasga, mas envolve as pernas em volta da minha cintura, o vestido subindo. Seu corpo se ajusta perfeitamente ao meu enquanto eu a apoio no balcão de mármore. Meus dedos cavam em sua cintura, apertando com força enquanto eu esfrego contra ela. Porra, ela está quente por baixo das roupas. Mesmo com a névoa do uísque nublando minha mente, estou e******o. Eu me afasto apenas o suficiente para dar uma boa olhada em seu rosto, nossas respirações se misturando. Droga, esses olhos são letais e assustadores ao mesmo tempo. Como nada que eu já tenha visto antes. Uma mistura selvagem de verde e marrom, como se a natureza tivesse entrado em uma briga e não conseguisse escolher um lado. Preciso silenciar a voz na minha cabeça, mesmo que apenas por esta noite. E esta pequena fogueira promete ser uma doce distração, meu anjo de misericórdia. Eu não fodo nos banheiros do hotel, mas abrirei uma exceção esta noite. — Então — eu digo rispidamente. — Como te chamo? Ela morde o lábio, enviando eletricidade direto para minha virilha. — Rosa. — Na verdade, descarte isso - não há necessidade de fingir que existe familiaridade entre nós. — Quer saber, sem detalhes pessoais. Mas preciso saber que você não é funcionária do clube. Porque eu não fodo com funcionárias. Se você mentir para mim e eu descobrir depois de transarmos, você será demitida. Estamos entendidos? Seus olhos se estreitam. — Você é meio i****a. — Estou apenas sendo direto. — Eu inclino minha cabeça. — Então? — Então o que? — Você está recebendo contracheques assinados por mim? Ela cruza os braços. — Sério? Não, eu não trabalho para você. De qualquer modo, quem é você? Eu rio enquanto minhas mãos roçam seus s***s, sentindo seus m*****s apertarem sob o tecido sedoso. — Não seja tímida, anjo. Você sabe muito bem quem eu sou. Então, novamente, talvez ela não saiba. Ela não é uma cliente regular aqui – isso fica claro só de olhar para ela. — Eu deveria? — ela dispara de volta, um sorriso tenso brincando em seus lábios. — Você é algum tipo de herói que cura doenças ou salva pessoas nas horas vagas? Vá se f***r. Suas palavras atrevidas me atingem. Eu agarro sua garganta, a boca encontrando seu ouvido enquanto sua respiração falha. — Eu não sou um herói, desculpe desapontá-la. Mas você não quer um herói agora, quer? Em um movimento que é surpreendentemente suave, considerando a enorme quantidade de bebida inundando meu sistema, eu a levanto e a levo para a cabine mais próxima, a porta batendo atrás de nós. Os banheiros do clube são um paraíso para os pecadores: iluminação ambiente suave, espelhos para apreciar todos os ângulos. Perfeito para encontros como este. Eu a coloco no chão, seus saltos batendo nos azulejos. Sua respiração fica presa quando eu a pressiono contra a parede de vidro gelada, alinhando-me com suas curvas suaves. Bato as palmas das mãos na parede acima dela, prendendo-a no lugar. Ela levanta o queixo, quase em desafio. Paro um momento para estudar cada detalhe daqueles olhos cativantes, lendo cada lampejo de medo e excitação. Ela é diferente... E diferente atrai. Deslizo uma mão por sua cintura fina, a seda deslizando sob meus dedos. A outra fica apoiada ao lado da cabeça dela. — Você tem certeza disso? — Murmuro, uma parte de mim se perguntando se interpretei m*l a situação. Algo está errado. Eu posso ver naqueles olhos dela, eles dizem mais do que apenas “vamos t*****r”. Há algo mais acontecendo. Talvez ela tenha um homem esperando em casa. Talvez ela pense que isso será um erro. Então, novamente, talvez esta noite, com todo álcool entorpecendo, eu não dou a mínima para a motivação dela. Em resposta, ela agarra minha camisa e pressiona seus lábios macios nos meus mais uma vez. Talvez tudo o que ela queira seja uma boa f**a. De qualquer forma, essa resposta impetuosa é a única luz verde de que preciso. Eu a beijo forte e rudemente, determinado a bloquear qualquer coisa além deste momento e destas quatro paredes. Não são permitidos pensamentos torturantes, apenas pele com pele. Neste momento, preciso me sentir bem. E caramba, ela quer isso tanto quanto eu. Suas mãos vagam com urgência, unhas arranhando os músculos das minhas costas antes de agarrar minha b***a como se ela nunca tivesse tido um homem adequado antes. Com um grunhido baixo e de aprovação, levanto aquele vestido preto frágil até os quadris. Sim, a realidade pode esperar. Meu polegar brinca com sua calcinha encharcada, sentindo o quanto ela está pronta para mim. Meu p*u se esforça contra meu jeans, desesperado para ser libertado. Ela treme sob meu toque, contorcendo-se como se quisesse escalar as malditas paredes. Afasto a barreira de renda e deslizo dois dedos em sua b****a apertada, saboreando o quão molhada ela está para mim. Mas então ela me empurra com força, me pegando desprevenido e me fazendo tropeçar na parede. — Você está bem? — digo, piscando algumas vezes enquanto tento limpar a névoa na minha cabeça. — Merda! Não! — ela deixa escapar, seus olhos se arregalando em choque. — O que você estava pensando? Que eu dormiria com você no banheiro de um clube? — Que diabos? — Eu fico olhando para ela enquanto ela coloca o vestido de volta no lugar com puxões frenéticos. — Eu vou embora. Antes que eu possa processar esse súbito giro de 180 graus, ela corre para a porta, deixando-me ali parado, cerrando a mandíbula. Num minuto ela está em cima de mim, no outro ela está correndo como se eu fosse algum tipo de predador. Nunca uma mulher tentou escapar de mim tão rápido. Inferno, eu nunca tive uma mulher tentando escapar de mim, ponto final. — Ei, espere um minuto — eu digo tarde demais, a porta já se fechando, os saltos batendo rapidamente ao longe. Vou até a pia, jogando água fria no rosto na tentativa de lavar o estupor. A iluminação fraca traz de volta um reflexo da minha carranca perplexa, amplificada nos amplos espelhos. O que diabos aconteceu aqui? Eu interpretei m*l os sinais dela? Eu estava tão focado em conseguir o que queria que me transformei em algum canalha que cruzava limites até que ela se sentiu ameaçada? Sério, o que diabos deu errado? Eu me inclino contra a pia, agitando a auto-aversão. Meu hábito de beber ficou fora de controle, não há dúvida disso. Quase transando com mulheres aleatórias no banheiro. Estou perdendo o limite, bagunçando tudo. É sério que isso é quem eu me tornei? Algum i****a volátil rondando meus próprios banheiros em busca de conexões aleatórias, apenas para ser brutalmente rejeitado? Porra, eu um desastre em pessoa.
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