13:21 h — Lanchonete do hospital. Um suor nojento está escorrendo pela minha testa agora e tem fios de cabelo grudados nas têmporas. Eu saí de casa correndo após a ligação do doutor Vicent. Esse suco de laranja da lanchonete desceu rasgando minha garganta. Estou tão apreensiva que a ansiedade fechou meu esôfago e nem ar deve estar passando. Isso porque eu preciso organizar uma sala de reunião. O problema é que segundo Susan, a recepcionista, não há qualquer sala disponível para o horário que o "Deus" Ou HackerZinho (para os íntimos) quer. Aí eu puxei meu celular com toda garra do mundo. Abri o contato de doutor Vicent e escrevi o seguinte: “Vai se ferrar, seu mimadinho. O mundo não gira em torno desse seu umbigo que deve ser rodeado por músculos definidos do reto abdominal…” Mas que d*

