Barbosa Quando estacionei o carro na frente da antiga casa da Isabela, vi ela encarando o local. Tentei ficar de boa e não apressar, mas não tinha como. O tempo tava contado, os moleques fazendo a proteção em volta da casa estavam com o tempo cronometrado. Peguei meu celular, vi de relance que minha mina tinha mandado mensagem, mas não respondi. Foco na missão. Depois era lazer com a dona. Barbosa: Não quero te apressar. Talvez seja f**a pra tu estar aqui mais uma vez, mas a gente tem que correr. Ela engoliu seco. Isabela: Eu tô bem. — ela afirmou, tirando o cinto. Concordei com a cabeça e saí do carro, com a Isa do meu lado. Puxei o braço dela pra mim, dando apoio, porque ela ainda andava meio devagar. Os moleques já tinham arrombado o portão da casa pra facilitar. Eu não vi nenhum

