Barão Eu tava de canto, só observando o movimento da rua. Uma tiazinha chegou pra falar comigo, contou que tinha uns caô do neto dela pra resolver. Mas o papo era que o moleque tava devendo uns duzentos conto pra boca, e ela queria que nós perdoássemos a dívida do b***a mole. Já logo mandei o papo pra ela e falei que esses bagulho não tinha perdão não. No fundo, me dava pena, é claro. Mas acho que ela ficaria bem melhor sem aquele vacilão na vida dela. Já tinha chegado uns papos aos meus ouvidos de que ele tava roubando a própria velhinha pra poder ter o que usar. Depois que eu dei o aval pra passarem o menor, o desgraçado sumiu da vida e a senhora ficou toda desesperada, querendo ver o arrombado mais uma vez. Mas no que dependesse de mim, ela só ia ver ele morto. Ela saiu chorando e is

