Gabriel correu para seu assento, agarrou o volante e, animado por tê-la com ele, apesar da raiva da mulher grávida e das exigências de que ele parasse, continuou dirigindo em direção à empresa. — Gabriel, pare! Você não pode fazer isso! Gritou Luciana, furiosa. Ela estava tão brava que não percebeu que havia abandonado a formalidade com que sempre o tratara: pare esse carro, droga! Você ficou louco ou o que dia*bos está errado com você? Entenda que eu não quero ir a lugar nenhum com você! Ela não só deixou de fora a palavra, senhor, enquanto olhava para ele e exigia que ele parasse o carro, mas também proferiu insultos livremente. — Grite comigo, me insulte, me xi*ngue, ou faça o que quiser comigo, mas eu te aviso que de agora em diante é assim que as coisas serão entre nós. Sinto muito,

