Ela não respondeu uma única palavra, não porque não quisesse falar, mas porque a sua mente parecia ter decidido congelar aquele momento especial, onde o homem dos seus sonhos lhe falara com tanta sinceridade. Pela primeira vez, sentiu que eles haviam se conectado, se compreendido e se sentido. Podia sentir isso, e era por isso que tê-lo por perto não a sobrecarregava. — Diga que me perdoa, meu amor. Ele insistiu, aventurando os lábios a roubar um beijo fugaz daquela boca que, depois de tanto tempo, voluntariamente buscava a sua. — Eu te perdoo, eu te perdoo, se é isso que você precisa ouvir para saber que eu realmente te perdoo, eu te perdoo. Um murmúrio suave emergiu da garganta da mulher, aparentemente hipnotizada, enredada nos braços daquele homem, com quem sempre fantasiara que ele s

