Eu olhava para Pray como quem achava que ela podia me entender. Dormia feito um anjo, não estava chorando e a enfermeira foi fazer uma pausa. Quando a porta foi aberta, Érina tinha os olhos vermelhos, a boca inchada e os olhos surpresos. Eu estava vestido exatamente como da primeira vez em que nos vimos, dentro daquele furgão, no meio de uma entrega monetária grande. — O que vai fazer? — perguntou baixo, limpando o rosto e fechando a porta. — Eu chamo de trabalho. — retruquei e voltei a olhar a Pray enquanto ela fez uma negativa. — Você não pode chamar essa vida de trabalho… Dei um passo em sua direção, peguei a c****a pelo rosto, tapei a p***a da sua boca e precionei a mão. Eu não conseguia sorrir muito, a maldita cicatriz não deixava, mas consegui cerrar os dentes e deixar claro a dr

