Eric
Estou prestes a me ajoelhar e cumprir a promessa de lamber Helena até o orgasmo quando ela de repente rejeita essa ideia e a mim. — Não. Ela sussurra, espalmando as mãos no meu peito. — Não. Isto é um erro. Eu preciso sair. Ela tenta se afastar, mas eu a seguro pela cintura e a puxo para mim. — Por que eu estou fazendo isso? Eu não faço esse tipo de coisa, nunca. Não sei por que estou semi nua com você agora.
— É por isso? Eu digo, segurando a sua cabeça e beijando-a, a minha língua acariciando profunda e longamente, a tensão no seu corpo diminuindo quase instantaneamente, um pequeno gemido deslizando da sua boca. — É por isso! Repito, quando ela está toda macia e cedendo nos meus braços. — Porque você me quer e eu quero você.
— Você quer alguma coisa. Ela me acusa, como se tivesse decidido que tenho um plano, uma segunda intenção, coisa que eu não tenho.
— Eu quero você ou já teria ido embora. Eu digo, me afastando para deixá-la ver a verdade no meu rosto. — Você é a única razão pela qual não estou indo embora agora.
— Por que eu me encaixo na sua agenda?
— A minha única agenda agora é você na minha língua. Eu a beijo novamente. — E o que eu entre a suas pernas faz por mim além de nos excitar?
— Não serei uma arma contra eles ou contra você.
— Estou travando uma guerra. Eu não preciso de uma arma. Não complique isso. Não me complique. Estou aqui, mas vou embora. Quero te fod*er antes de ir embora. Você quer me fo*der também, e agora mesmo, vou beijar você de novo, a menos que você...
— Pare de falar. Ela ordena ferozmente. — Pare e me dê tempo para pensar. Pare...
A minha boca se inclina sobre a dela, e no instante em que a minha língua toca a dela, ela geme e me beija de volta, um beijo selvagem e faminto, a minha mão no seu sei*o, no seu mamilo.
Ela geme, e Deus, eu amo os gemidos dessa mulher. O meu p*au lateja contra o meu fecho e preciso dela na minha língua e em todo o lado onde a possa encontrar. Eu me ajoelho, as minhas mãos nos seus quadris, tirando a sua calcinha. Quando olho para ela, há uma pitada de receio nos seus olhos que eu não quero que exista, e sei que vem da família, daquela guerra que ela erroneamente acredita que estou travando.
— Eu vou fazer você esquecer tudo, menos fó*der. Eu prometo, os meus lábios pressionando a sua barriga, a minha língua batendo contra a pele macia ali. Ela treme em resposta, e po*rra, estou tão duro que dói.
A sua mão vai para meu ombro e eu acaricio o seu quadril e seguro a sua bu*nda. O meu olhar se levanta e os seus dentes raspam o seu lábio inferior. Os meus dentes vão para seu quadril, onde eu mordo, e então acalmo a pequena mordida com a língua. Os seus lábios se abrem e eu deslizo dois dedos dentro dela. Ela arqueia os quadris e faz um som quase imperceptível, mas sexy pra cara*lho. E quando eu lambo o seu c******s, ela solta outro pequeno som que me deixa louco.
Eu a giro e a sento na cama, as minhas mãos pousando nos seus joelhos, os meus lábios encontrando a parte interna da sua coxa enquanto a minha mão percorre a perna oposta, mas cansei de esperar. Deslizo os meus ombros entre as suas pernas e a minha boca se fecha no seu se*xo. Quando ela geme, eu a puxo para frente e a forço de costas, levantando as suas pernas até os meus ombros, enquanto começo a lamber e sugar, com fome de mais dessa mulher, e sim, ela está certa. Estavam errados. Estamos tão errados que estamos certos em todos os sentidos possíveis. Que eu possa sentir que ela não é um deles é tudo. Cada coisa, e eu deslizo dois dedos dentro dela novamente, deleitando-me com a maneira como ela arqueia os quadris, levantando-se com o impulso dos meus dedos. Eu a lambo em todos os lugares, o sabor dela mudando de salgado para doce quando ela de repente chega ao orgasmo, o seu corpo tendo espasmos em torno dos meus dedos.
Eu uso os meus dedos e boca para acariciá-la até o fim, e quando ela termina, realmente termina, eu deslizo o seu corpo para beijá-la, e caramba, o gosto dela nos nossos lábios quase me desfaz. — Eu não tenho camisinha. Eu sussurro.
— Oh Deus. Ela sussurra. — Por favor, não me diga isso.
— Eu gostaria de poder. Eu digo beijando-a e nos rolando para o lado. — Sem sexo.
— Eu devo a você então. Ela diz, com a mão no meu peito quando eu quero no meu p*au. Quero isso em todo o meu corpo, mas não me movo. Eu não toco nela. — Você não me deve nada.
— Sim. Ela diz. Eric
— Porque isso foi... eu, hum, nem tenho palavras para definir o que foi.
— Você não me deve. Eu repito. — Eu não sou eles.
Ela olha para baixo. — Bem, então. Ela diz, se afastando para olhar para mim. — Se eu não devo a você, você me deve. Quero sentir o seu gosto gozando na minha língua. A sua mão desliza pela manga da minha tatuagem. — Porque só de olhar para a sua tinta já sinto necessidade de mais. De repente, a mão dela está exatamente onde eu quero, no meu pá*u, e estou muito ocupado me deleitando com o quão bom é me importar quando ela me empurra de costas e rasteja em cima de mim. Especialmente porque ela está nua e linda, e agora tenho uma visão perfeita dos seus sei*os.
— O que você está fazendo, Helena? Eu pergunto. — Não temos camisinha.
Ela se move para o meu lado, com os joelhos no meu quadril enquanto passa a mão sobre o meu zíper, acariciando o comprimento duro do meu p*u agora latejante. — Mas nós temos a minha boca. Ela se inclina e beija a minha barriga do jeito que eu beijei a dela.
Eu nem considero resistir aonde isso vai dar. A sua boca, no meu pá*u. Sim, po*rra, por favor. Agora. Eu a quero demais para dizer não e a minha mão já está na sua cabeça, a sua boca me beijando através das minhas calças, e não há nenhum preâmbulo real antes que ela tire o meu pá*u das minhas calças e coloque-o em sua mão, mas em vez de me chupar , ela empurra as minhas calças. Como se fossem uma distração que não podemos pagar. O meu objetivo é me livrar das distrações. Sento-me, beijo-a e depois levanto-me.
Estou completamente despido em trinta segundos, de frente para ela com o meu p*au grosso e saliente, o calor dos seus olhos no meu corpo, na minha ereção, impulsionando a minha urgência. Eu me ajoelho na frente dela, no mesmo momento em que ela se ajoelha para me encontrar lá. Aqueles lindos lábios carnudos dela se abrem e se levantam, e não consigo resistir a outro gosto. Eu a beijo, um deslizamento profundo de língua, o sabor dela é tão doce que quero me perder nela. Levo-nos para o colchão, lado a lado e fo*da-se, sei que não temos preservativo, mas só quero sentir o calor úmido do seu corpo pressionado contra mim por um momento.