Começo a descer minha boca por aquela pele branca e macia. Seus olhos azuis estão reluzentes, um oceano assim que o sol nasce. —Briana... Quero você! E quero agora... Me deixa provar de você... —Augusto! Ela fala em um sussurro. Volto a beijar sua pele, que se arrepia sob meu toque. —Augusto! Acorde... Abro meus olhos assustado e encontro meu irmão na minha frente. —George, o que faz aqui? Ele me olha e solta uma risada. —Como o que faço aqui? Ele abre os braços. Olho ao redor e vejo que estou na casa de meus pais. Me sento na cama, lembrando da noite de ontem. —Parou de chover? Pergunto ao meu irmão. Fiquei aqui ontem por que estava chovendo muito e mamãe não quis que eu saísse. —Sim, eram uma oito da manhã. Franzo a testa e pego meu celular ao lado da cama. —Nossa,

