Assim que passei pela porta da casa de minha mãe, encontrei ela e papai descendo as escadas. Roger já havia avisado que eu estava a caminho e eles estavam descendo para me esperar. —Bom dia, filha. Papai diz, assim que o abraço. Ele retribui, um abraço apertado e quentinho. —O senhor está um gato, sabia? Digo, passando a mão em seu terno. Ele sorri e põe uma mecha de meu cabelo atrás da orelha. —Não estou não, eu sou um gato! Como você está, minha filha? Ele brinca sorrindo e depois pergunta sério. Me desfaço de seu abraço e caminho até minha mãe, abraçando ela apertado também. —Está linda, mamãe. Digo lhe dando um beijo. —Você também, filha. O que aconteceu? Ela pergunta. —Não posso querer só matar a saudade de vocês logo cedo? Pergunto. E lá estou eu, mentindo outr

