Capítulo 17

1251 Palavras
Eliza Martins Estava em casa fazendo as tarefas de casa quando o Park tayung adentra em casa, como de costume estava quieta no meu canto pois não queria que sobrasse para mim como sempre sobrava. Assim que o mesmo adentro com sua mala apenas passo o básico para ele fazer mas me surpreendendo com a atitude dele, achando que provavelmente estaria de bom humor hoje mas eu que não iria perdoa-lo pelo ocorrido de ontem de manhã quando passei m*l. Então sem mais delongas eu apenas jogo na cara dele o que estava pensando, me arrependendo logo em seguida achando que iria berrar comigo como sempre fazia mas o mesmo simplesmente ficou ali parado como se estivesse chocado pela revelação como se não soubesse de nada, e eu era burra para acreditar numa coisa dessa, não mesmo! Vejo o Park tayung entrando em seu quarto onde fecha a porta atrás dele, voltando as minhas tarefas domésticas, estando quase finalizando de preparar o almoço, ao terminar de cozinhar, começo a adiantar umas louça que estava na pia, servindo a comida no prato, presta a chamar pelo meu marido que logo sai do seu quarto de banho tomado, vestindo uma vestimenta de roupa um tanto diferente que normalmente usaria, com um aroma de perfume completamente diferente de que usaria mas eu não ousei perguntar nada. - o almoço está servido… Tayhiung: Certo, muito obrigado! - Você está se sentindo bem, está doente por acaso? Tayhiung: Não, por que estaria? - Nada, não… Nunca jamais havia escutado um sequer obrigado saindo pela boca do meu marido e agora o Park tayung estava agradecendo? Não estava entendendo absolutamente nada, tentando entender o que exatamente estava acontecendo, tendo em minha cabeça duas possibilidades, sendo a primeira Park tayung havia batido a cabeça em algum lugar e ficou meio lelé da cachola ou segundo estava se arrependendo por ter me tratado daquela forma por todos esses anos apesar que essa segunda eu duvidava muito e tinha quase certeza que a primeira opção era a certa, mas decidi ficar calada apenas observando meu marido para ver até onde ele iria. Os dias se passaram e pude reparar umas coisas que para vista de qualquer um seria normal mas conhecendo o marido que eu tinha era completamente anormal como por exemplo quando ele iria comer ou beber alguma coisa, Park tayung lavava a louça, secava e guardava ele mesmo, sendo que normalmente deixava na pia para eu lavar ou a cama dele que ao acordar normalmente gritava meu nome para eu correr fazer a cama dele, já estava feita e arrumada, sem contar que botava um cheirinho agradável de maçã verde sobre a cama todo, fazendo eu tentando me lembrar se meu marido era tão vaidoso assim mas não que eu me lembrava, o que estranhei mais ainda. Assim que sentamos na hora do almoço pude perceber que suas maneiras de sentar ou comer era diferente, o que? Não sabia dizer exatamente portanto tinha sim algo então decidi tomar risco e perguntar para o mesmo se tinha acontecido algo bom hoje por ele estar tão bem humorado. - aconteceu algo para você estar tão bem humorado, será que foi logo depois que sai do restaurante deixando você com essa tal da Ema? Meu tom era normal mas para quem me conhecesse saberia dizer que estava m*l humorada apenas tentando manter a educação e parece que o meu marido percebeu pois logo se engasgou com o suco de laranja que estava tomando me olhando chocado talvez? Não pode ser que estava surpreso, não sei mas como mais cedo sua reação estava sendo diferente de como reagiria normalmente. Park tayung ficou quieto um instante assim que se recuperou do engasgo agora olhando para um grande nada, não sabia se iria falar alguma coisa, tentar sair dessa que acabei de lhe colocar ou apenas se levantar dessa cadeira berrando em mim para não me meter em seus assuntos, não sabia qual reação ele iria optar e estava até bastante curiosa para descobrir. No fim Park tayung apenas se levantou de cabeça abaixado como se sentia remorso e nojo, indo até seu quarto onde se trancou lá, levantei da mesa para começar a fazer as louças do almoço e logo que acabei de guardar tudo fui até o quarto do meu marido bater levemente onde o mesmo abriu a porta para mim, perguntando do olhar o que eu queria. - Será que eu tenho a sua permissão para dar uma volta? Eu juro que não vou demorar… Estava certa que o mesmo iria falar como sempre um não mas me surpreendi quando o Park tayung concordou e assim sai um pouquinho passeando por aí, olhando para lá e para cá. O dia estava nublado, ameaçando chover a qualquer momento então por precaução decidi voltar para casa afim de evitar pegar um resfriado mas não tive muita sorte pois faltando três quadras começou a chover muito forte e assim que cheguei em casa toda molhada logo espirrei fazendo o meu marido se assustar com minha presença, vindo correr com uma toalha em mão, envolvendo-a em mim, me pegando de surpresa ao fazer isso. Park tayung parecia mudado, mais carinhoso, preocupado, gentil, doce, algo que estranhava muito, olhando para o mesmo tentando entender o que será que poderia ter acontecido para ele ser assim e quando iria perguntar Park tayung respondeu antes mesmo que uma palavra sequer saia da minha boca. Tayhiung: Meu pai me ensinou que amar uma mulher era a maior fraqueza para o homem, que mulher deveria ser tratada como se fosse nada, tendo o único papel de satisfazer e estar a disposição para o marido por isso que tratei você com tanto ódio, sem te dar o valor que merecia ter mas percebi que isso era errado e depois daquela viagem de negócio que tive pude perceber o quanto errado eu era com você e que deve se amar a esposa que a gente tem invés de ficar procurando por outra por aí, por isso que decidi terminar de vez com a Ema e se você permitisse, me dar uma segunda chance como seu marido mesmo sendo apenas pelo contrato… Ao ouvir aquelas palavras fiquei chocada, o que suspeitava era então de fato verdade, estava me traindo com a Ema e não podia esconder o quanto decepcionada eu estava com ele mas suas falas me surpreenderam, explicando muitas coisas sobre seu respeito, fazendo mais sentindo para mim agora. Seus olhos demonstrava sentimentos, seu modo de falar sério e meus instintos dizendo que estava falando a verdade mas mesmo assim pedir uma segunda chance após ter me feito passar por tudo isso era pedir demais. Estava assimilando todas as informações recebido pelo meu marido, minha cabeça girava a mil tentando achar o que fazer mas aceitar não seria uma opção, não por enquanto. Então fecho os olhos por uns instantes apenas focando no barulho da chuva, me aconchegando na toalha que ainda estava enrolada sem conseguir raciocinar direito no momento, tendo que me segurar para não cair, sentindo que meu corpo estava ficando fraco, percebendo que o Park tayung parecia demostrar preocupação agora comigo, de verdade. Então delicadamente passo a mão sobre seu ombro, com um sorriso em meu rosto mesmo tendo lágrimas escorrendo sobre ele demostrando alívio que esse “pesadelo” havia finalmente acabado. - Olha vou precisar de tempo para te perdoar, agora a respeito da segunda chance eu não garanto nada para você mas prometo que posso tentar…
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