Capítulo 18

1010 Palavras
Tayhiung Havia muitas e mas muitas coisas para reparar dos erros do Park tayung a respeito da Eliza, mas estava disposto a lhe dar a vida que merecia, tendo que achar alguma coisa para que ela acreditasse que eu ou melhor Park tayung havia mudado, só que não, por isso eu falei metade da verdade para ela. De fato realmente o pai do Park tayung havia lhe ensinando tudo isso a respeito da vida, uma vida que minha mãe descordava sendo uma luta para ela ficar com minha guarda mas agradecia-a todos os dias por isso pois graça a ela que pudemos dizer que eu fui salva. Me lembro bem da época em que Park tayung e eu brincávamos feliz da vida sem preocupação a respeito do mundo tortos dos adultos, não tinha problema em ter amizade mulheres ou algo similar, éramos felizes mas essa felicidade infelizmente não durou muito. Park tayung e eu fomos separados logo no meio do período de escola, nossa mãe lutou para salvar o meu irmão gêmeo após ter conseguido a minha guarda mas anos se passaram e quando nos reencontramos, pudemos ver a lavagem cerebral que nosso pai havia feito no Park tayung sem esperança a ser ainda salvo. Depois daquele dia nunca mais nos vimos, nosso pai havia conseguido o que sempre quis, tirando minha mãe e eu do testamento, deixando a gente completamente pobres e na misericórdia, a vida desde então nunca foi fácil mas apesar das dificuldades nunca desistimos de batalhar. Ao decorrer do tempo minha mãe foi adoecendo, tendo que começar a trabalhar cedo para conseguir cuidar dela, nunca foi fácil pois os adultos tinham preconceito em contratar uma criança mas sempre acabava dando um jeito e quando recebi a ligação anunciando que meu irmão gêmeo Park tayung havia falecido então minha vida mudou de um dia para o outro onde tive o privilégio de conhecer Eliza. Estava finalizando de fazer a minha cama, indo até a janela um pouco, assim que abri a mesma procurei pela minha esposa mas não há vi, perguntando-me onde será que ela estava pois ainda não havia reparado que estava dormindo no quarto do lado, ao sair do quarto vejo-a sair de um outro quarto, questionando por que estava dormindo em quarto separado do marido, talvez Park tayung e ela não se dava bem? Talvez não, com certeza ambos não se davam bem e tinha como entender os motivos pelo o que a mesma havia me contado a respeito do meu irmão gêmeo. Fui até a cozinha onde ajeito minhas mangas da camisa abrindo a gaveta do armário pegando uma faca que deixo na tábua, indo até a geladeira pegar os ingredientes, pedindo por cima do meu ombro para a Eliza aproveitar e lavar umas roupas enquanto eu me encarregava do almoço, a mesma estranha mais uma vez mas como prometeu estava tentando e assim fez o que pedi, acabando terminando nossas tarefas quase juntos onde eu a chamei para mesa e assim que lavou suas mãos sentou-se em minha frente onde havia acabado de servir nossos pratos. - Espero que você goste… — Obrigada… parece bom. Podia sentir a tensão ainda que tinha entre a gente o que me deixava de certa forma irritado pelo Park tayung ter criado uma relação assim, desrespeitando uma mulher tão incrível como ela, de fato não era minha esposa de verdade mas como não se apaixonar por uma pessoa como Eliza Martins? Ela era doce, gentil, carinhosa, dedicada e trabalhadora, fazendo-me perguntar qual seria o motivo por ela não estar trabalhando mas estava com muito medo de perguntar e acabar estragando meu disfarce então resolvi não comentar nada. Ao finalizar o almoço olho para ela com um sorriso no rosto que me olha provavelmente curiosa em saber o que iria falar. - eu cozinhei, você faz a louça e de noite faremos o contrário, enquanto isso eu vou recolher as roupas secas no varal! — Para mim tudo bem, está mais que justo! Levantei da mesa deixando a louça para a mesma e assim fui recolher as roupas como havia falado, dobrando cada roupas separando nos meus dos delas que coloquei sobre a mesa ao lado do seu quarto, avisei-a que suas roupas estavam secas e assim fui até o meu quarto para guardar as minhas roupas em seu devido lugar, ao finalizar voltei para sala vendo que a Eliza estava acabando de guardar a louça onde aproveitei para chama-la para dar uma volta comigo, fazendo-a sorrir para mim. — Você realmente está se esforçando muito para mudar, estou feliz para ver isso… - Obrigado! Após certificar que as janelas estavam todas fechadas caso chovesse e que tudo estava em ordem, saímos de casa fechando a porta atrás da gente, descemos as escadas indo em direção da rua onde um rapaz estava em minha frente me olhando com odio enquanto tentava entender o que estava acontecendo então pedi para a Eliza me aguardar na esquina para certificar que ela não escutasse e assim olhei para o mesmo, tentando lembrar se o conhecia mas aparentava ser um completa desconhecido para mim. - E você é? — Sou eu o Fábio i****a! - Deixa eu adivinhar o Park tayung fez uma besteira com você também? — pergunto sem entender — Que, espera, como assim? Me certifiquei de que a Eliza não ouvisse nada e expliquei para o Fábio quem eu era, no início ele não acreditava em mim então peguei minha identidade, mostrando para ele deixando-o de boca aberta, explicando que dias atrás me ligaram anunciando que Park tayung havia morrido, descobrindo junto muitas outras coisas que não fazia a menor ideia. Fábio prometeu manter segredo e me ajudar a mante-lo de pé até o contrato acabar em troca que eu iria concertar mais um erro do meu irmão gêmeo que eu iria cumprir e assim se tornamos amigos se podemos chamar dessa forma, me despedindo dele após pegar seu contato, correndo em direção da minha esposa que estaria ainda me aguardando. - desculpa a demora, vamos? —Vamos!
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