16- Franciele

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Franciele Narrando Cheguei na casa da minha mãe e, assim que coloquei os pés lá dentro, senti um peso sair das minhas costas. Mas, ao mesmo tempo, outro se instalou no meu peito. Eu não queria que as coisas tivessem chegado a esse ponto. Luiza estava cansada, ainda se recuperando da cirurgia, então levei ela direto pro quarto que era meu quando eu morava aqui. Ela se deitou devagar e me olhou com aqueles olhinhos cheios de inocência. — O papai vem dormir aqui também? Senti um nó na garganta, mas me forcei a sorrir. — Não, filha… O papai vai ficar em casa. Mas ele pode vir te visitar sempre que quiser, tá? Ela franziu a testa, confusa, mas não perguntou mais nada. Apenas se ajeitou na cama e fechou os olhos. Dei um beijo na testa dela e fiquei ali, observando-a por alguns minutos. S

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