Franciele Narrando Ainda estava escuro quando ouvi a porta do quarto se abrir. Meus olhos, cansados pela noite m*l dormida, se voltaram imediatamente para o médico que entrou com uma expressão tranquila. — Bom dia, mãe. Vim trazer uma boa notícia. Sua filha está de alta. Meu coração acelerou, e um alívio tomou conta de mim. Olhei para Luiza, que ainda dormia, e sorri. — Graças a Deus… — sussurrei, sentindo a emoção me dominar. Carlos, que dormia no sofá, acordou ao ouvir a conversa e se levantou rápido. — Sério, doutor? A Luiza já pode ir pra casa? O médico confirmou com um aceno. — Sim. Ela respondeu bem ao tratamento e a cirurgia foi um sucesso. Vamos liberar os papéis e, em algumas horas, vocês já podem levá-la para casa. A felicidade tomou conta de mim. Minha filha estava bem

