Franciele Narrando Acordei com a cabeça latejando, uma dor chata que parecia querer me lembrar de tudo que eu estava tentando ignorar. Desde a ligação da minha mãe, minha mente não teve um minuto de paz. Eu dizia pra mim mesma que não me importava, que o passado tinha ficado pra trás, mas no fundo… no fundo, eu sabia que não era bem assim. Levantei devagar, sentindo o peso daquele dilema apertando meu peito. Passei a mão no rosto, tentando espantar aquele m*l-estar, mas a verdade era que a dor de cabeça não era só física. Era emocional também. Por mais que eu tentasse ser racional e manter distância, não dava pra simplesmente apagar o fato de que meu pai estava hospitalizado. Saí do quarto e fui direto pra cozinha, precisando de um café forte pra ver se aquilo ajudava. Alexandro já tav

