50- Franciele

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Franciele Narrando Acordei com o barulho do vento batendo na janela. O céu ainda tava escuro, mas eu sabia que já era de manhã. Me virei devagar na cama e vi que Alexandro ainda dormia. A respiração dele era pesada, o peito subindo e descendo num ritmo tranquilo. Por um instante, só fiquei ali, observando ele. Era estranho como, em tão pouco tempo, ele tinha se tornado parte da minha vida. Parte da minha rotina. Suspirei e me levantei, indo direto pro banheiro. Lavei o rosto, tentando afastar o resto de sono, e depois fui pra cozinha preparar um café. Quando cheguei, vi Luiza ainda enrolada no cobertor no sofá, respirando devagar. Sorri de leve. Minha filha tava aqui comigo, segura. E isso era tudo que importava. Enquanto colocava a água pra ferver, meu celular vibrou na mesa. Pegue

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