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Entre o Ódio e o Amor

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Sinopse

Amar um homem mais velho não seria um problema, se não fosse o fato de que ele me odeia. E nada me preparou para o que viria ainda assim, enfrentarei tudo por esse amor.

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CAPÍTULO 1
Hannah Estou aqui parada, olhando ele dançar com aquela loira aguada que ele deve estar comendo. E daqui a uma semana, no máximo, já estará com outra é o que ele sempre faz, troca mais de mulher do que de roupa. Com toda razão, né? Ainda mais por ele ser um deus grego. Pena que a minha chance com ele é praticamente nenhuma. Nenhuma! Imagine um homem como ele: lindo, rico, sexy e mais outras coisas que não quero aqui mencionar. kkk — O que está deixando a minha princesa com essa carinha? — disse mamãe, me tirando dos meus pensamentos. — Não é nada, mamãe — digo, forçando um sorriso. — Como papai está feliz, né! — digo, mudando de assunto. — Está sim, minha princesa, e muito. Hannah, tem certeza que não quer conversar? Você está muito triste eu sou sua mãe, conheço, e quero que confie em mim, meu amor. — Mamãe, não é nada, e também não é assunto pra se falar agora. Agora, se a senhora me der licença, vou falar com papai um pouco. Vou até ela e dou um beijo em sua bochecha. Mamãe é um amor de pessoa, mas ainda não estou pronta pra contar pra ela sobre minha paixão pelo Matteo. Vou de encontro ao papai, que está sentado em sua poltrona com o copo de uísque na mão, olhando as pessoas conversando em nossa sala de estar. — Papai? — Oi, Hannah! Achei que não iria vir ver esse seu velho pai. kkk — Jamais, papai! rsrs Só queria deixar o senhor curtir sua festa de aniversário. — E estou muito com minha bonequinha — diz ele, sorrindo. Resolvi me sentar ao lado do papai e ficamos observando a movimentação à nossa frente. Vários empresários e sócios da empresa do papai alguns estão conversando, outros dançando e alguns apenas bebendo e observando também. Do nada, me vem Matteo nos meus pensamentos. Olho ao meu redor e não o vejo. Converso mais um pouco com papai e depois resolvo ir procurá-lo. Vou andando pela sala e ele não está por aqui. Vou até a cozinha e ele não está. Passo por alguns lugares e não o vejo. Será que ele foi embora e eu não o vi saindo? — falo comigo mesma. Eu e essa minha mania de falar sozinha. kkk Decidi ir à piscina, já que não o encontrei em lugar algum mesmo. E a piscina é o último lugar onde vou procurá-lo. A piscina está com pouca iluminação, tem apenas algumas luzes dos refletores iluminando dos lados. Vou andando e, nesse momento, congelo no mesmo lugar. Não pode ser. Não acredito no que meus olhos estão presenciando neste momento. Que pouca vergonha, gente! Um pouco distante de mim, está ele e a loira aguada e falsa. kkk Matteo está na espreguiçadeira à beira da piscina e aquela loira falsa rebolando em seu colo. É visível que ele está gostando, pelo volume que aparece em sua calça. Meu mundo desabou com aquilo que estou vendo. Meu coração está acelerado, estou tremendo por inteira, meus olhos cheios de lágrimas, mas não me importo. Uma raiva surgiu do nada em mim. Minha vontade era acabar com os dois sem-vergonha: primeiro com a loira falsa, depois com o sem-vergonha do Matteo. Começo a andar em direção a eles, vendo aquela cena que, a cada passo, faz minha raiva só crescer. — Espero não estar atrapalhando os pombinhos, cheguei logo falando. — Me admira muito vocês dois se rebaixarem a esse papel, principalmente você, Matteo ainda mais aqui! Em minha casa — penso, com o coração doendo. Matteo está me olhando com cara de poucos amigos, mas pouco me importa. — Não está acontecendo nada demais aqui, queridinha. Isso é normal entre um homem e uma mulher, mas, pelo jeito, você não entende essas coisas ainda, é um bebê — diz ele, com ironia. Ela sorri pra mim, com cara de deboche. — Sei mais do que você imagina, querida. Mas sou diferente de você, que sai dando pra qualquer um que queira te comer. — Olha aqui, garota! Você tá achando que é quem, hein? Essa sua carinha de criança não me impede de ir aí e te ensinar a respeitar as pessoas! — Respeito as pessoas que se dão ao respeito, o que não é o seu caso, sua loira aguada! Nessa hora, ela vem com tudo pra cima de mim, mas Matteo segura seu braço e a repreende. — Paloma, já deu do seu showzinho. Pegue suas coisas e me espere no carro. — Qual é, Matt? Agora vai proteger essa daí? — Já mandei você pegar suas coisas e me esperar no carro. Quer saber? É melhor você ir pra casa agora. — Mas, Matt. — Mas nada, Paloma. Matteo está de pé, com as mãos no bolso da calça, olhando aquela siliconada indo embora com a cara de poucos amigos. Ela passa por mim e esbarra no meu ombro com força, mas não fala nada, apenas sai com aquela b***a falsa. Matteo está me encarando com uma cara nada boa, mas não me importo. Pelo menos com ela ele não vai ficar, pelo menos não hoje. Por mais que eu não goste dessa situação, os dois saíram perdendo. Ele vem caminhando em minha direção, olhando nos meus olhos, e meu coração dispara. Ele chega bem perto, para do meu lado, e o cheiro do seu perfume amadeirado me deixa anestesiada. — Você é bem desaforada para a sua idade. Mas saiba que a vida e nem as pessoas são iguais às historinhas bonitinhas que o seu pai te conta antes de dormir. — Em vez de atrapalhar os adultos, vá dormir. Já está na hora de crianças dormirem e pararem de incomodar os adultos. Antes que eu responda ou diga algo, ele sai dali, me deixando sem nenhuma reação e magoada com as suas palavras.

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