A mansão estava envolta em silêncio absoluto. O relógio marcava quase três da manhã, mas Dominic não conseguia dormir. Algo o puxava para o andar onde Arya estava. Cada instinto, cada sensação de posse e preocupação o levava até ela. O corredor estava escuro, iluminado apenas por lâmpadas estratégicas, o tapete abafando seus passos. Ele não queria acordá-la. Apenas ver. Apenas saber que estava segura. Ao abrir a porta do quarto, ele se deteve por um instante, observando. Arya dormia profundamente, aninhada no cobertor, o gatinho Latte enroscado contra seu peito. Uma pequena mão acariciava o pelo macio, e os dedos pequenos descansavam sobre ele, protegendo-o de forma instintiva. No criado-mudo ao lado, o prato de sopa estava vazio, abandonado como se tivesse sido esquecido, mas mostran

