A mansão Kang estava em silêncio opressivo quando o SUV parou na garagem subterrânea. As luzes vermelhas de alerta piscavam nos corredores, seguranças armados em cada porta, cães farejando o ar úmido. Soo-Min esperava na entrada interna, rosto sério, kit médico aberto na mesa da sala de primeiros socorros. O cheiro de antisséptico misturava-se ao de chuva e sangue.
— Min-Joon primeiro — ordenou Woo-Jin, ajudando o irmão a sair do carro. O ombro dele sangrava mais agora, a camisa encharcada grudando na pele.
Valentina entrou atrás, Glock ainda na mão, olhos varrendo tudo como se esperasse um ataque a qualquer momento. O robe vermelho estava sujo de sangue e poeira do armazém, o short de cetim rasgado na coxa revelando pele bronzeada marcada por arranhões leves. Ela parecia uma deusa vingadora: cabelos molhados colados nas costas, olhos castanhos ainda escuros do demônio que havia despertado horas antes.
Soo-Min olhou para ela, expressão neutra mas avaliadora.
— Você tá bem?
— Melhor que o traidor que matei — respondeu Valentina, voz rouca de exaustão e raiva. — Mas ainda quero respostas. Quem filmou meu quarto? Quem vazou a localização?
Woo-Jin a puxou para o canto da sala, longe dos olhos dos outros. Segurou o braço dela com firmeza, mas sem machucar.
— Você foi imprudente lá. Correu na frente das armas como se fosse imortal.
Ela ergueu o queixo, desafiadora.
— E você teria feito diferente se fosse eu no chão sangrando? Não. Você mataria todos sem piscar. Então não me vem com sermão de proteção agora.
Ele apertou o braço dela um pouco mais, olhos negros penetrantes.
— Exatamente por isso. Você fica atrás de mim da próxima vez. Não na frente.
Valentina se aproximou, colando o corpo no dele. O cheiro de chuva, sangue e pólvora misturado ao perfume dela o deixou tonto de desejo.
— Atrás de você é bom… mas eu prefiro em cima. Ou debaixo. Ou contra a parede. — Ela roçou os lábios na orelha dele. — Ainda sinto o gosto de você na minha boca. Quero mais. Agora.
Woo-Jin sentiu o p*u endurecer instantaneamente. Empurrou-a de leve contra a parede, prendendo-a com o corpo. Uma mão na nuca dela, a outra descendo pela coxa rasgada do short.
— Você me deixa louco, p***a… — murmurou ele, mordendo o pescoço dela de leve, marcando a pele bronzeada. — Quero te f***r aqui mesmo, na frente de todo mundo, pra mostrar que você é minha.
Ela gemeu baixo, quadris se movendo contra a ereção dele.
— Então faz. Me marca. Me faz gozar gritando seu nome.
Os dedos dele já estavam enfiando por baixo do short, encontrando-a molhada de novo, quente e inchada. Circulou o c******s devagar, torturando.
— Implora — ordenou ele, voz rouca.
Valentina riu rouca, mordendo o lábio inferior dele com força.
— Eu não imploro. Eu exijo. Me dá dois dedos agora, coreano. Me faz gozar antes que alguém interrompa de novo.
Ele obedeceu — enfiou dois dedos fundo, curvando para acertar o ponto certo. Ela arqueou as costas, gemendo contra o ombro dele, unhas cravadas nos braços tatuados.
Mas então a porta da sala se abriu com força.
Era Soo-Yeon, mãe de Woo-Jin, seguida por dois conselheiros coreanos mais velhos — homens de terno impecável, expressões graves como pedra.
— Chega! — disse Soo-Yeon, voz cortante como lâmina. — Isso não é hora nem lugar para isso.
Woo-Jin retirou os dedos devagar, deixando Valentina ofegante e frustrada. Ele se virou, protegendo-a com o corpo.
— Mãe… temos um traidor dentro de casa. Isso é prioridade.
Soo-Yeon cruzou os braços.
— Eu sei. Por isso chamei o conselho. E eles trouxeram notícias piores.
Um dos conselheiros deu um passo à frente, segurando um tablet.
— Recebemos uma mensagem anônima há uma hora. Fotos de Valentina… e de você, Woo-Jin. No escritório. Há poucas horas.
Valentina sentiu o estômago revirar. Woo-Jin pegou o tablet. Na tela: imagens granuladas, mas claras o suficiente. Ela de joelhos, boca nele. Ele com a cabeça jogada para trás, prazer estampado no rosto.
— Filho da p**a… — murmurou ele, voz baixa e letal.
O conselheiro continuou, voz neutra mas firme.
— Os conselhos mexicano e coreano exigem que o casamento aconteça em cinco dias, não sete. E exigem a prova tradicional de virgindade da noiva na noite de núpcias. Caso contrário, a aliança cai e a guerra recomeça.
Woo-Jin explodiu.
— Prova de virgindade? Isso é ridículo! Século passado! Eu não vou submeter minha mulher a essa humilhação machista!
Valentina tocou o braço dele, voz baixa mas firme.
— Eu aceito.
Ele virou-se para ela, olhos flamejantes.
— O quê?
— Eu aceito — repetiu ela. — Porque se eu recusar, eles vão usar isso como desculpa pra quebrar tudo. E eu não vou deixar ninguém destruir o que a gente tá construindo… nem mesmo por orgulho.
Woo-Jin a puxou para o lado, longe dos olhares.
— Você não precisa provar nada pra ninguém. Você é minha. Ponto.
Ela sorriu devagar, tocando o rosto dele.
— Então me faz sua de verdade. No altar. Na cama. Depois que eu provar que sou virgem… você vai ter que me f***r até eu esquecer que existia vida antes de você.
Ele encostou a testa na dela, respirando pesado.
— Cinco dias. Cinco dias até eu te ter inteira. E nesses cinco dias… ninguém mais encosta em você. Nem olha. Nem respira perto.
Ela lambeu os lábios.
— Ciumento?
— Possessivo pra c*****o — corrigiu ele, mordendo o lábio inferior dela. — E se algum ex seu aparecer… eu mato.
Valentina riu baixo.
— E se alguma ex sua aparecer? Porque eu vi o jeito que seu celular vibrou mais cedo… não era só emergência.
Woo-Jin ficou sério.
— Ignora. Ela não significa nada.
Mas Valentina já sentia o ciúme queimando no peito como ácido.
— Melhor mesmo. Porque se ela aparecer… eu mostro pra ela o que acontece quando mexem no que é meu.
Eles se encararam — t***o, raiva, promessa de sangue e prazer misturados.
Cinco dias.
Cinco dias de tortura mútua, ciúmes, ameaças e quase-momentos.
O casamento seria o ápice.
E depois dele… o inferno (e o paraíso) ia começar de verdade.
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Gente… esses cinco dias vão ser uma tortura deliciosa! 🔥 Ciúmes explodindo dos dois lados, a tradição da virgindade virando obstáculo e mais interrupções… meu coração não aguenta esperar!
E vocês, o que acharam? Acham que Woo-Jin vai aguentar esses cinco dias sem ceder? Ou Valentina vai provocar até ele perder o controle? Me contem nos comentários suas teorias mais safadas (sem spoilers!), curtam bastante, votem e compartilhem com aquela amiga que ama um romance de máfia cheio de possessividade e tensão que não resolve logo. Quanto mais gente sofrer junto, melhor! 😏
Amanhã tem mais: aparição de ex, desconfiança crescendo e talvez um quase que vai deixar todo mundo louco.
Beijos da Leiliane 😘🔥😈