Alice Narrando Acordei naquela manhã com o som da respiração profunda do Lobo. Estava deitada em cima do peito dele, sentindo a calma do seu sono, mas ao mesmo tempo, um peso no peito. Me levantei devagar para não acordá-lo. Tinha a sensação de que algo estava me puxando para a rotina, algo que eu não podia ignorar, mas também não sabia como lidar. Fui para o banheiro e tomei um banho quente, tentando organizar a mente. O que era esse sentimento? Era real? Ou só mais uma paixão passageira? Quando saí do banho, o Lobo ainda dormia profundamente. Olhei para ele, querendo não sair de perto, mas a vida chamava. Foi quando peguei uma caneta e um papel, e decidi escrever. Não sabia bem o que escrever, mas tinha algo dentro de mim que precisava ser dito. Deixei o bilhete em cima da mesa de cen

