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O Herói Renegado - Boku No Hero

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Sinopse

Em um mundo cheio de heróis e onde quase toda a população humana possui individualidades (Poderes) nasce um pobre garoto, inocente e fofo, que sonha em se tornar um grande herói igual seu ídolo, All Might. Porém sem uma individualidade esse sonho seria impossível, ou isso era o que pensava até seu ídolo destruir todos os seus sonhos com apenas uma frase. “Você nunca será um herói”. Com sua mente e alma completamente quebrados, uma luz da escuridão o guiara para um caminho sem volta.

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Capitulo I
P.O.V (Point Of Vision) Desconhecido     O uivo do vento que acompanhava uma leve e suave brisa, suficiente para me aconchegar nessa noite, os flocos de neves delicados e frágeis não paravam de cair sobre mim e pela grama seca desse parque. O cheiro das flores era quase imperceptível comparado as barraquinhas de comidas aqui perto. Apenas de sentir o cheiro de um molho vermelho acompanhando de milho, cebolinha, batata palha e algo mais que eu não consigo decifrar já me deixava com fome.     Esfregava minhas mãos umas nas outras na tentativa de me aquecer, eu realmente deveria ter trazido o casaco... Espero que não pegue um resfriado por causa disso ou ela vai me matar. Esfregava minhas mãos num banco de cimento para retirar sua neve para poder me sentar, segundos depois percebia que tinha esfriado a mão que queria aquecer. Me reconfortava naquele banco duro e gelado e olhava para cima, notando e admirando cada floco de neve, chegava a colocar a ponta da minha língua para fora na tentativa de capturar a água em seu estado sólido.     O vento ficava cada vez mais forte igual a lua cheia dessa noite, que era mais que suficiente para iluminar a praça na qual estava. O cheiro de comida começava a desaparecer, as barraquinhas iam fechando e indo embora até chegar ao pleno silêncio da noite. Perante essa calmaria me esticava para o chão para pegar uma pedrinha quase redonda, suas bordas eram bem circulares, mas havia pequenas pontas na sua parte de cima, na tentativa de lembrar da minha infância a jogava contra o rio. Quicava uma vez. Quicava duas vezes. Quicava três vezes. Splash! Finalmente caia na água e afundava.     - Você e bom nisso. – Falava Toga ao se encolher em seu casaco. Ela caminhava em minha direção deixando uma trilha de pegadas na neve clara. Em sua cintura havia uma um cinto semelhante aqueles que guardávamos armas, dava para ver sua faca perfeitamente, principalmente o sangue que pingava de sua lâmina.     - Você acha? – Perguntava colocando a mão na minha nuca e alisava meus fios de cabelos verdes.     - Sim, eu m*l consigo faze-la quicar uma vez – Falava se jogando no banco ao meu lado, sem se importar se o banco estava com neve. Apoiava seu rosto em meu ombro enquanto sorria a balançar suas pernas. – Ele já falou com você?     - Ainda não. – Negava com a cabeça.     - Hoje faz dois anos que o Kurogiri lhe “adotou” ...? – Perguntou puxando minhas bochechas – Espero que tenha comprado um presente.     - Ai! Ai! Ai! – Resmungava e segurava suas mãos – Eu comprei algo sim, não se preocupe.     - Você só vem para cá quando está magoado....     - Estou apenas lembrando... – Dei de ombros. – Há dois anos atrás All Might disse que eu nunca poderei ser um herói.... E num ato de pura idiotice tentei salvar meu amigo, Bakugou, porém não consegui... O que aconteceu naquele beco e um vulto n***o. O que eu consigo me lembrar e de encontrar ele no hospital, desde aquela época ele cuidou de mim e me ensinou, me treinou.... Nunca me respondeu por que.... Mas eu sei, no fundo, que ele vai me ajudar a tornar um herói.... Para que todo esse treino, para que tudo isso...     - Tão inocente e tão fofo.... – Falou a garota enquanto apertava minhas bochechas e logo as alisava. – Eu vim te buscar, ele está te esperando.... Chegou a hora.     - A hora de que? – Erguia uma das minhas sobrancelhas e virava meu rosto para o lado.     - Você vai ver. – Ela disse segurando minha mão e a puxando para o Norte. - Quebra De Tempo – - 20 Minutos Depois Em Algum Bar Da Cidade –     - Chegamos! – Falou a loira ao parar numa grande porta de ferro no final de um beco.     Eu olhava para cima e notava a placa de um bar, suas paredes eram lisas e de tijolos vermelhos, era bem rústico comparado aos prédios ao seu redor. Ao olhar novamente para frente, Toga, não estava mais lá, a garota havia vindo para trás de mim e com suas mãos geladas tampava meus olhos e sussurrava em meu ouvido.     - Sem espiar – Dava para sentir seu bafo quente em meu ouvido seguido de uma pequena mordida em sua ponta que me fazia corar levemente, talvez pelo frio.     Logo ela apertou seu corpo contra o meu, conseguia sentir suas roupas quentes sobra a minha principalmente seus p****s que ela fazia questão de esfregar em minhas costas. Em curtos passos pude ouvir o ranger da porta ao ser aberta. Nossos passos continuavam eu estava quase com as mãos totalmente para frente para evitar de bater em algo.     Eu conseguia ouvir os sussurros das pessoas, as vozes eram todas masculinas, assim que notavam minha presença todos se calavam, tinha a sensação que todos os olhares estavam em mim. Engolia em medo, não sabia onde estava e nem o que poderia acontecer. Toga continuava a tampar minha visão e me guiava até alguns assentos, ao me sentar no banco redondo e macio ela destampava meus olhos e subia em cima do balcão a me olhar sorrindo.     Ao meu redor estava algumas pessoas que até o momento eu desconhecia, as únicas que eu me lembrava era o Kurogiri, meu pai adotivo, e a Toga que sempre me fazia companhia. Quando eu ia começar a falar alguma coisa, Kurogiri expulsou a Toga do balcão e me encarrou por alguns segundos.     - Você finalmente está pronto para entrar no negócio da “família” ...  – Falou ao me entregar um copo de água da torneira, sem gelo e sem limão. – Tem alguém que eu gostaria que se conhece.... Ele viu seus cadernos com anotações de heróis e pediu para eu lhe treinar até estar pronto.... E eu acho que você finalmente está pronto... – Ao terminar de falar ele segurou seu avental e o removeu, deu curtos passos até uma parede com gancho e o deixou lá, passou um último pano no balcão antes de abri-lo e sai-lo.     Ele parou em minha frente e abriu um portal n***o, com uma respiração funda ele me guiou para dentro do portal... Quem era a pessoa que ele queria que se conhece...?     Um calafrio subia por minha espinha ao passar pelo portal, era como um frio que atravessava meu corpo como uma flecha e a sensação apenas sumia quando meu corpo inteiro estava fora. Apenas quando colocava ambas os pés na sala pude notar a quão gelada era, chegando a ser mais gelado que aquela noite com neve. Tudo estava n***o, as paredes, o chão, o teto... Tudo, esticava minha mão para frente e m*l conseguia ver seu contorno, dava poucos passos para frente e dava de cara com uma parede, com meu esbarrão nela acabava por cair de b***a no chão, soltava um baixo arfar de dor e me levantava me encostando nela, com uma mão alisava minha b***a e com a outra começava a caminhar encostado na parede para encontrar qualquer interruptor, a caminhava era longa a sala parecia não ter fim aquele cômodo. Com outro esbarrão acabava por encontrar uma mobília, uma prateleira eu acho, apalpando ela acha que havia encontrando uma televisão antiga de tubão, usava o contorto daquela prateleira até ficar de frente para a mesma, procurava desesperadamente o botão para liga-la e quando finalmente a encontrava e apertava um forte ruído saia da mesma, sua tela estava totalmente chiada, a pouca claridade que a luz da televisão criava era suficiente para ver uma cadeira a poucos metros de distância da Tv. O chão era pintado de preto e havia pequenas marcas vermelhas, estava tão escura que m*l se destacava. Andei até a cadeira e me sentei nela.     Um terrível som saia novamente da televisão, os canais começavam a mudar um a um até parar no rosto de uma pessoa, seu rosto era bem simples, branco, careca e usava uma máscara preta, talvez ele tenha fetiche por cores escuras, imaginei. Ele continuava a me encarrar por vários longos segundos, por um momento achei que poderia ser uma gravação, assim que me levantava para checar se havia um videocassete na televisão ele falou.     - Izuku Midoriya... O garoto qual o All Might quebrou com poucas palavras…você ainda se lembra delas? – Perguntou o homem. Sua voz era grossa e importava medo ao falar.     - Sim. – Respondi coçando um pouco o braço, desviava meu olhar para o chão, aquilo não era algo que eu gostaria de lembrar.     - Não fique assim, minha criança. – Ele disse mostrando um dos meus antigos cadernos. Em um flashback pude lembrar que era exatamente o caderno que foi destruído por Bakugou assim que ele saiu do hospital. – Eu li suas anotações... Eu vi o que nenhum herói poderia ver, conhecimento... E nesse mundo conhecimento e poder... – Ele começou a folear e a falar sobre cada anotação sobre cada herói. – Isso poderia valer ouro se fosse mais aprofundado, poderia ser algo valioso para muitos vilões... Desde que me maravilhei com suas anotações eu vi seu potencial, e pedi para Kurogiri lhe ensinar e treinar até o momento chegar. Mas esse não é o ponto, o ponto e o seu futuro.     - O que quer dizer com isso? – Falava entre baixos resmungos, ainda estava processando as informações que ele acabava de me contar. – Vender? Vilões? Eu não estou entendendo.     - Dentro da sala existe duas portas.... – Ele me ignorou totalmente... Ele ao menos sabe que estou aqui.... – A da esquerda vai te levar para longe desse lugar, suas memorias serão apagadas sobre esses dois últimos anos e terá uma vida normal, nunca poderá se tornar um herói. – Um barulho de escotilha vinha do lado esquerdo do cômodo. – Ao lado direito tem uma arma biológica, projetada especialmente e exclusivamente para você, ela pode lhe fornece o que desejar, mas o seu preço e trabalhar para mim, trabalhar para a liga de vilões.... Eu não posso lhe dar o sonho de se tornar um herói, jamais iria querer isso para você, mas eu posso lhe dar uma individualidade e tudo que peço em troca e sua lealdade e a cabeça da pessoa que tanto lhe magoou... Aquele que se diz ser um herói, alguém que luta pela paz sem se importar para as pessoas que o idolatram, a cabeça de All Might.  – Ao terminar de falar a televisão desligou.     A escuridão da sala havia retornado, mas por poucos segundos, com a respiração quente e a cabeça confusa pude ouvir o som da outra escotilha se abrindo. Ficava em silêncio por um bom tempo para pensar, nunca havia pensando em me tornar um vilão, mesmo com as palavras de All Might que tanto me machucaram, mas.... Se eu não posso ser um herói.... Se eu não posso me tornar aquilo que sempre almejei por que não me tornar o oposto disso? Não! Eu não posso matar alguém, não por que a pessoa me machucou.... Mas eu posso ter uma individualidade.... Esse desejo está me consumindo... Eu devo aceitar as trevas em meu coração apenas em troca de uma individualidade? Ou eu devo viver normalmente, não, eu vou esquecer das pessoas que me ajudaram nos últimos dois anos a melhorar a esquecer o passo a superar toda a tristeza que ele trouxe para mim.     Luzes vermelhas tomavam conta do ambiente em um único flash, era tão forte que tive que fechar os olhos e comecei a piscar diversas vezes até sentir meus olhos se acostumando com a claridade. Estava decidido do que iria fazer, mesmo não sabendo o que eu sempre desejei. Caminhei para a porta que teria uma arma biológica para mim. - Quebra De Tempo – -- 20 Minutos Depois –     - Seja bem-vindo a liga! – Gritou Toga ao me abraçar por trás. Um cara com cicatrizes e diversos tons de sua pele roxo se aproximava de mim e afagava meus cabelos enquanto um homem com uma…mão (?) no rosto levantava uma bebida em minha direção e voltava a beber. – O que ele te deu?! Qual sua individualidade? – Perguntou ansiosa e finalmente notava um pequeno Nomu ao meu lado. – Ele te deu um nomu?     - Aaah.... Então o nome disso e nomu...? Tudo que estava escrito no aparelho era que assim que ele me morde-se a gente teria uma ligação única.... – Dei de ombros.     - Midoriya – Falou meu pai atrás do balcão, vulgo, Kurogiri. – As inscrições para entrar na U.A irão começar em uma semana.... Você tem que aprender a controlar sua nova individualidade para se inscrever, e sua OBRIGAÇÃO entrar para a U.A. Você será nosso pequeno espião. – Ele dava bastante ênfases na “Obrigação”.      - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – Gritava uma outra vez ao sentir toda a minha individualidade sendo ativada em meu corpo. Por mais que falassem que ele estava pronto eu sentia que não, meu corpo nem minha mente suportava a dor que eu sentia.      - Midoriya! – Gritou Toga enquanto corria desesperadamente em minha direção, por azar, Tomura apenas abria seu braço esquerdo para ela não passar.     - Ele não precisa e nem quer sua ajuda – Ele afirmou – Ele precisa aprender a usar a individualidade e sua compaixão vai apenas atrasar... Os dias estão contados....     - Mas essa individualidade e desumana.... Ele não precisa fazer esse tipo de coisa se não quiser! – Insistiu Toga, seu coração estava em pedaços ao ver minha dor, e em sua mão a faca não parava de tremer.     - Ele escolheu isso! Agora que aguente as consequências.... – Ele disse notando a tremedeira em sua faca – E por favor, aguente à vontade de esfaquear ele....     Respirava fundo e olhava para meu Nomu, agora eu entendia o que a ligação significava, o treino que eu fiz e todas as provas e atividades que meu pai me passou para aprender, tudo agora parecia fazer sentido, principalmente com essa individualidade ligado a ele... Eu não sei se vou conseguir me conter a dor na hora que precisar ativar ela..., mas no momento tudo que eu preciso fazer e treinar para conseguir ao menos segurar ela... - Quebra De Tempo – - 7 Dias Depois – - No Exame de Admissão da U.A –     Era surpreendente a quantidade de dinheiro que a escola tem, foram capazes de criar uma gigantesca cidade apenas para esse exame, não posso perder o foco agora, tenho que ignorar os robôs níveis 0 e pegar apenas os demais que valem pontos, simples. Não precisava nem sequer olhar ao meu redor para sentir o olhar borbulhante de Bakugou. Me agachava para ter a altura do meu nomu e o encarrava por alguns segundos. Sua pele era bem branca e seu cérebro era praticamente exposto, seus olhos pareciam esbugalhados, sua aparência era totalmente diferente de tudo que já tinha conseguido ver, era indescritível.     Imerso em meus pensamentos não pude ouvir o som do começo da prova, encarrava o grande portão e nem sequer existia uma pessoa ao meu redor, todas já haviam corrido para dentro, sem perder tempo eu ia atrás. Correndo pelas ruas da cidade o som era bem visível, ao me deparar com um dos robôs nem tive tempo de ativar minha individualidade, haviam o acertado com um lazer. Engolia em seco e dava um sorriso meio abobalhado e continua o meu caminho, escutava o som de várias explosões do sul e para lá que eu iria.     Em uma praça estava o Bakugou a destruir os robôs, estava a usar suas explosões para atrair novos robôs, parava e observava por poucos segundos antes de correr em sua direção.     - Primeira Configuração! – Gritava para o Nomu e fechava meus olhos, sabia que o que viesse a seguir iria doer. O Nomu apenas correu na direção do esverdeado e abriu sua boca, seu rosto começava a rachar até sua mandíbula ficar quase do seu tamanho. Em um pulo ele mordia o braço de Midoriya, de forma tão bruta e seca que o sangue espirrava para todas as direções, o corpo do Nomu se esticava e ele começava a deslizar para fora. No lugar do braço do Midoriya uma grande peça preta com detalhes azul surgia, com o Nomu no chão, apenas cuspia uma bola com espinhos para dentro dela. – Mangual de guerra!     Ao terminar de gritar uma espécie de laser surgiu da peça em seu braço e ligava até o mangual, quase como uma corrente. Apenas a bola de seu mangual tinha quase 4 metros de diâmetro, era maior que o garoto, com uma grande facilidade o mesmo apenas dava um giro e o laser que segurava o mangual se esticava até os robôs de Bakugou, os destruído na maior facilidade, a esfera voltava assim que ele terminava o giro e seus espinhos saiam para fora. Para evitar ser atingindo Bakugou apenas deu um salto para cima com ajuda de suas explosões.     - Mas que MERDA você está fazendo? – Falou Bakugou um tanto quando surpreso, mas pelo fato da base que estava colado no braço do esverdeado estar pingando zangue.     - Tente não entrar em meu caminho! – Disse o garoto girando a esfera e a arremessando para cima, com o impulso da bola, ele apenas se deixou ser arremessado.     Por sorte do destino a esfera havia caído em um grupo de robôs, o Nomu estava muito longe para mudar a configuração, ao menos era o que pensava, apesar de pequeno ele era bem rápido, conseguia acompanhar tranquilamente o Midoriya. Em um surto de raiva o garoto apenas brincava com sua arma a jogando de um lado para o outro, as colisões de quando a bola batia no prédio era o suficiente para quebrar todas as janelas e abalar a estrutura. Midoriya insistia em seu ataque, não olhava para os lados, ele estava adorando se sentir poderoso pelo menos uma vez em toda sua patética vida. Estava tão focado que m*l via um robô se aproximando por trás, preparou um soco e foi com tudo para as costas do garoto, porém, seu Nomu entrou na frente do soco e devorou o braço do robô, com um sorriso malicioso o esverdeado apenas pulou para cima e jogou seu braço com tudo para o chão, consequentemente a esfera caiu atrás do robô, mas o laser que os ligava vez a tecnologia do robô parecer papel, ele foi cortado ao meio.     Sua chacina continuava mesmo após ter dado o sinal de fim do exame, todos estavam olhando a tamanha destruição do garoto, ele já teria destruído mais robôs do que conseguia contar, quando seu deu conta da vergonha que estava passando apenas esticou seu braço no rumo de Nomu que novamente o devorou, a dor que sentia era gigantesca e quando o nomu deslizava para fora o braço do Midoriya estava de volta no lugar, todo sujo de sangue mais estava lá.     Os múrmuros de que diabos era aquela individualidade reinavam o lugar, ninguém tinha visto algo semelhante a isso.  Midoriya apenas sorriu e colocou a mão a onde teria acontecido o corte para a troca de m****o e caminhou fortemente rumo ao vestiário. Quando estava sozinho ele apenas gritou e se desabou a chorar, a dor que a mordida do Nomu vazia era um dos vários efeitos colaterais que aquilo causava. Seu braço estava totalmente funcional, mas a dor de ter um m****o amputado e implantado novamente era imensa, ele se perguntava se iria acostumar com ela novamente.

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