Persefone narrando O medo e a desesperança são quase palpáveis enquanto encaro Duca. Tento manter a calma, mas meu coração está acelerado e minhas mãos tremem. — Me dê mais uns dias — peço, a voz falhando um pouco. — Eu vou conseguir o dinheiro. Duca começa a rir, um riso sarcástico que faz meu estômago revirar. — E você acha que eu vou acreditar em você? Está me devendo horrores. — Eu vou conseguir — repito, embora minha voz não tenha a mesma confiança de antes. — Me dê mais uns dias. — Você vai me pagar essa grana hoje — ele afirma, o tom de sua voz revelando que não há espaço para negociação. — Eu não tenho dinheiro aqui — digo, a voz quase um sussurro de desespero. — De alguma forma, você vai ter que me pagar — Duca diz, tirando a arma e a exibindo de forma ameaçadora. — Se não

