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661 Palavras

Persefone narrando Saio da casa de Atibaia com o coração acelerado, o peso da ameaça de Duca ainda pesando em minha mente. Encontro Ursula logo à frente. Ela me encara com uma mistura de curiosidade e desconfiança. — O que estava fazendo ali dentro? — ela pergunta, seu olhar penetrante. — Que eu saiba, Atibaia não paga p**a. A ironia na sua voz é palpável e, sem pensar, respondo com um tom mordaz. — É claro que ele não paga p**a. A p**a que está na minha frente está dando de graça para ele. Ursula parece ofendida, sua expressão se fecha em raiva. — O que você disse? — ela pergunta, o veneno na sua voz quase tangível. — Você se referiu a uma p**a, e a única que tem aqui é você — eu afirmo, a raiva me dando coragem. — Cala a boca, garota. Você sabe com quem está falando? Sabe o que e

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