Capítulo 17 Atibaia narrando Eu entro na boca, encontrando Joé que me encara com um olhar carregado de curiosidade e preocupação. — Cadê a Persefone? — ele pergunta, a inquietação evidente em sua voz. — O que fez com ela, você a matou? Eu o encaro com um sorriso frio. — Por que está tão preocupado com ela? — pergunto. — Até parece que ela é importante para você. — Só curiosidade — ele responde, evitando meu olhar. — Sei — eu digo, sem esconder meu desprezo. — E ela vai pagar a dívida? — Joé pergunta, ainda tentando entender a situação. — Isso é o que eu te pergunto — retruco. — Você que vendeu para ela, olha o problemão que me arrumou. — Libera mais droga para ela, assim ela quita a dívida — sugere Joé, rindo como se estivesse fazendo uma proposta razoável. — E cria novas dívida

