Estefano chegou à mansão Cestáro ainda cambaleante, a respiração pesada, o coração batendo mais forte a cada passo. A carruagem que pegara o deixara na frente dos portões de ferro, altos e imponentes um símbolo de poder que empurrava qualquer intruso para longe. Mas Estefano não recuou. Não depois de ouvir o nome Cestáro sair da boca da própria mãe. Ele bateu no portão com força — ABRAM! Quero falar com Amélie! Os guardas se entreolharam. Um deles tentou explicar que ela não estava ali mas Estefano insistiu, gritou, ameaçou, até que a movimentação chamou a atenção da casa. Henrique desceu os degraus principais, passos firmes, elegantes, impecavelmente vestido, a imagem completa de um homem no controle. Quando o viu, Estefano sentiu o sangue ferver. — Você é o Cestáro… — rosnou. He

