Capítulo 16. O tempo está esgotando

680 Palavras

O sol da manhã ainda lutava para romper a névoa sobre o vilarejo. As ruas estavam úmidas, o ar cheirava a madeira e a vinho barato um prenúncio de mais um dia de trabalho e dívidas. Frederic Pérez seguia pela rua principal com o semblante cansado, os passos incertos. Levara o chapéu baixo, tentando esconder o rosto. No bolso, apenas algumas moedas o suficiente para comprar pão e, talvez, mais uma garrafa. Mas, antes que chegasse à madeireira, uma sombra se moveu à frente. Um homem alto, de casaco escuro, se colocou em seu caminho.Atrás dele, outro cavaleiro desmontava lentamente. O primeiro abriu um sorriso frio — Senhor Pérez… estávamos à sua procura. Frederic congelou.O estômago revirou.Reconheceu o brasão bordado no ombro do casaco o símbolo dos Cavalcante. E então, por trás d

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