Capítulo 104. Perdão

930 Palavras

Algum tempo depois, quando a tempestade lá fora começou a perder força, Nora recolheu a tigela vazia e lançou um último olhar atento a Estefano. — Descanse um pouco. — disse. — O senhor Henrique falará com você quando for a hora. Estefano assentiu em silêncio. O calor da sopa e das roupas secas lhe devolvia, aos poucos, a consciência e com ela, o peso da vergonha. Pouco depois, a porta se abriu novamente. Henrique entrou primeiro, sério, contido. Amélie veio logo atrás, hesitante, mas determinada. Ao vê-la, Estefano tentou se levantar de imediato. — Não. — Henrique disse, firme. — Fique onde está. Estefano obedeceu. Os olhos dele, cansados e avermelhados, se fixaram em Amélie com uma mistura de alívio e dor. — Eu não vim causar problemas… — começou, a voz rouca. — Eu só… precisava v

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