Paola Osman, corre feito um louco, pelas ruas do Rio de Janeiro, para chegar o mais rápido possível no heliporto e eu fico muito grata por isso. Sei que não é prudente correr tanto, mas como é um caso atípico, não me importo com isso. Quando chegamos lá, o piloto havia acabado de chegar e já estava subindo para ligar o helicóptero. Osman pega o celular e vejo que está ligando para alguém chamado Ricardo. — Ricardo, Osman falando — anuncia assim que a pessoa atende — você tem acesso às câmeras de segurança das ruas de São Paulo, certo? — A pessoa responde algo que não consigo escutar. — Vou te mandar um endereço, e uma foto de um garotinho, preciso que você veja, quem tirou o garoto da escola, antes do horário — meu coração acelera, afinal, podemos ter uma pista. Já começo a enviar alg

