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Uma Secretária Para o Advogado Turco

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Sinopse

Osman Alkan, é um advogado implacável e que só pensa em sua carreira, com trinta e oito anos, só vive relacionamentos de uma noite, sem amarras. Sua única regra é: não se envolver com suas funcionárias.

Lindo, charmoso e bem-sucedido, é só um estalar de dedos que várias mulheres apareçam dispostas a ocupar sua cama.

Até que um elevador quebrado e uma moça a procura de um emprego, fazem com que ele questione suas próprias diretrizes.

Paola Martinelli, é uma garota de vinte quatro anos, cheia de traumas. Foi abusada sexualmente em seu primeiro ano de faculdade e teve que deixar todos os seus sonhos para trás.

Chamada para uma entrevista de emprego, jamais imaginaria, que o homem lindo que ficou preso com ela no elevador era o dono da empresa. Após uma injustiça que cometem com ela, acaba sendo entrevistada pelo próprio senhor Alkan.

Será que Osman, deixará sua regra de lado por Paola?

Será que Paola, conseguirá deixar seus traumas de lado, e conseguir se envolver com Osman?

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Prólogo
Paola Seis anos antes Acordo com a cabeça doendo, a boca seca. Olho em volta e agora estou sozinha no porão da casa do Henrique, onde ele faz suas festinhas. Tento me levantar e minha cabeça roda. Estou com uma dor horrível no meio das pernas, as lembranças do que aconteceu voltando com força, a bile vem até minha boca, só me pergunto o que fiz para eles se acharem no direito de fazer isso comigo. Henrique me convidou para uma festa no porão da casa dele. Nunca fui em festas, mas, desde que ele e Victor se aproximaram, considero-os meus amigos. Não tive amigos no colégio. O fato do meu pai ser o zelador, morarmos na casinha que fica nas dependências do colégio e eu ter estudado com bolsa integral contribuiu para que as pessoas de “alto padrão” ficassem longe. Agora na faculdade, todos sabem que também estudo com bolsa integral, o colégio em que estudei era de fato ótimo, e eu sempre fui muito aplicada nos estudos, então a consegui com algumas provas. Sempre fui muito introspectiva, mas Henrique chegou de mansinho, querendo ser meu amigo, eu confiei nele, inclusive me passava à impressão de que gostava de mim de maneira romântica. Me apresentou ao Victor, que também foi sempre muito legal comigo. Estávamos no primeiro semestre de engenharia da computação. Quando cheguei na festa e só havia nós três. Achei estranho, mas eles disseram que eu havia chegado cedo e os outros estavam a caminho. Relaxei. Me ofereceram uma cerveja. Não sou de beber álcool, mas, para não parecer careta, aceitei. Quando estava na metade da latinha, comecei a ficar tonta. Então, joguei o restante que estava na lata fora sem eles verem, mas já era tarde demais. Minha cabeça ficou confusa, parecia que eu estava no meio de um pesadelo, os dois em cima de mim, se revezando, me molestando, a dor era intensa enquanto eles arrancavam à força minha inocência, me arrependi de não ter tomado toda a latinha, assim talvez eu tivesse apagado de vez. Depois, veio o silêncio, a escuridão, a dor e a vergonha. Não sei quanto tempo se passou, me levanto, cambaleando, pego minha bolsa e saio da casa. Chego em casa chorando muito e meu pai, com todo seu carinho, me acolhe e espera que eu conte o que aconteceu. Conto tudo, porque entre nós, nunca houve segredos. Imediatamente ele me leva até uma delegacia, conto tudo para o delegado que me olha com estranheza. Fico muito envergonhada. Faço todos os procedimentos, inclusive corpo de delito, onde constatam que houve penetração. Quando os e**********s, são chamados para depor, as ameaças começam. Até mesmo o dono do colégio onde meu pai trabalha, “alerta” que se levarmos adiante o processo, ele não poderá mais nos abrigar e ele perderá o emprego, afinal, os Alcântaras e os Medeiros, sempre doam generosas quantias para as melhorias no colégio. Converso com meu pai, que transtornado, aceita que eu retire a queixa. Não trabalho e temos Cecilia, minha irmã com quatorze anos, não teríamos para onde ir. Mas o pior ainda estava por vir. Após duas semanas de licença da faculdade, onde a reitora, que sempre acreditou em mim, me concedeu, volto a estudar. Sou completamente humilhada, tanto por alunos, que no meu curso são predominantemente masculinos, quanto por alguns professores machistas. Falam que estava doida para t*****r com os dois, e depois que eles não me quiseram mais, inventei essa história. Que eu era p**a, mentirosa. Aguentei firme, durante dois meses, mas a gota d’agua, foi o dia em que um rapaz, me agarrou no banheiro e quis me violentar também, consegui escapar e saí correndo da faculdade. Nunca contei para ninguém o que ele fez, com certeza, não iriam acreditar, mas depois desse dia, nunca mais voltei.

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