EDUARDO Entrei na suíte com Ana ainda em meus braços, preocupado com seu estado. Ela estava claramente sob efeito de alguma substância e precisava de cuidados. — Estou tão enjoada — murmurou ela quando a deitei na cama. Coloquei minha mão em sua testa, verificando sua temperatura, enquanto ela agarrava minha gravata e olhava nos meus olhos. — Você precisa me ajudar — sua voz soou manhosa e frágil. Um sorriso sardônico surgiu em meus lábios ao notar a expressão inocente dela contrastando com suas habilidades de sedução. — Você tem uma carinha de inocente, mas é bem habilidosa para me seduzir — comentei, mordendo levemente o lábio inferior enquanto a observava. Aquelas palavras me surpreenderam. Como ela poderia pensar em outro homem naquele momento? Fui surpreendido quando Ana, de

