ANA Enquanto me escondia na rua, meu coração disparava e minha respiração estava acelerada. A voz de Beatriz no telefone era um bálsamo para minha alma atribulada. — Beatriz, você precisa me ajudar. Algo muito estranho está acontecendo. Estou escondida na rua, perto de uma mansão, e acho que fui sequestrada. Eu preciso entender o que está acontecendo, Beatriz. Sua voz soou preocupada e solidária do outro lado da linha. — Calma, Ana, respire fundo e me diga o que aconteceu. Onde você está exatamente? Eu vou aí te buscar. Dei uma olhada ao redor, tentando identificar pontos de referência que pudessem me ajudar a explicar minha localização a Beatriz. — Beatriz, estou em algum lugar próximo a uma mansão enorme, a qual acho que pertence à família Sawtelle. Eu estava na boate Blumas e alg

