ANA Haviam se passado quinze dias desde que comecei a cuidar de Eduardo. Sua recuperação estava progredindo de forma notável, e ele estava cada vez mais independente. A cirurgia parecia ter sido bem-sucedida, e eu me sentia satisfeita com o meu trabalho. Nessa manhã, Eduardo estava se arrumando para sair. Eu o auxiliava com os últimos detalhes, garantindo que estivesse confortável e bem cuidado. — Eduardo, por favor, não exagere no trabalho. Sua saúde ainda é frágil, e você precisa de tempo para se recuperar completamente — eu o aconselhei enquanto ajustava sua gravata. Ele me olhou com uma expressão determinada, mas havia um toque de gratidão em seus olhos. — Eu sei, Ana. Você tem sido incrível. Mas existem coisas que precisam ser resolvidas com urgência no meu trabalho. Eu sabia q

