CAPÍTULO 44 — PRIMEIRA NOITE Ele não aguentou mais um segundo. Eu tava quase pegando no sono no peito dele, naquele chão frio, só de moletom e calcinha, com a marca roxa no meu pescoço ainda latejando. Acordei sentindo a respiração dele pesada no meu rosto. Ele tava sem camisa, o peito largo subindo e descendo, a mandíbula travada e aquele volume duro no jeans me prensando. — Lari... — a voz dele veio rasgada, direto no meu ouvido. — Hum? — Você quer ser minha mesmo? De verdade? Eu tava morrendo de vergonha, tremente de frio, perdida dentro daquele moletom gigante que cheirava puramente a ele. Mas encarando aquele olhar de fogo, não dava pra mentir. — Quero. Ele me deu um puxão seco pela cintura, me colando contra o corpo dele de um jeito bruto. Puxão de dono. — Desde o dia que vo

