Cap. 03 Vicenzo

1603 Palavras
Vicenzo narrando De novo estou pelo Rio de Janeiro. Hoje é festa da Fiorella e do Héctor. Me arrumei todo de preto, calça de brim, camisa social preta, a manga dobrada até próximo os cotovelos, sempre uso assim, difícil alguém me ver com outra roupa, tem gente que nem sabe que eu tenho tatuagem nos braços e costas, só quem já me viu sem camisa mesmo. Sou alto, 1 metro e 86 centímetros, branco, barba cerrada, um físico atlético, nada exagerado de músculo, mas sou forte, até porque o meu treinamento como herdeiro da máfia me obrigou a ser. Cabelo preto e olhos azuis. Saio do nosso apartamento aqui do Rio com meu pai, pensando que a Fiorella me atrai muito, com o passar do tempo ela só ficou ainda mais bonita, sedutora, agora oficialmente uma mulher. Mas eu tenho alguém e ninguém sabe. Eu dei a minha palavra de compromisso, mas eu passo mais tempo nesse Rio de janeiro do que na Itália, tá complicado. Nunca fez parte dos meus planos assumir a máfia. Eu não sou o filho mais velho do meu pai, essa não era a minha responsabilidade, mas há alguns anos o meu irmão mais velho se foi num acidente de carro que nunca foi provado ser de fato apenas um acidente, e hoje eu sou o único filho do meu pai e fiquei com essa missão infundada de mesmo contra a minha vontade herdar a máfia. É claro que eu tive o mesmo treinamento que o meu irmão, isso é crucial para o meio em que eu nasci e vivo, não esperava ter que usar todo esse treinamento e até muito mais. Agora venho há um bom tempo já me preparando pra assumir a máfia, já que meu pai diz que muito em breve quer se aposentar. O que eu contava menos ainda é que um dos critérios para eu ser capo, é que eu esteja casado. E segundo o meu pai, não apenas casado, mas casado com a pessoa certa. Isso até me deu um pouco de ânimo, pois a família da minha 'namorada', digamos assim, está inserida na máfia. Eu não estava pensando em casamento por agora, mas penso que ela será uma boa moglie, discreta e obediente, porém issi seria para o futuro é claro, e sempre esperando que os planos do meu pai e os meus coincidam. Pierre: - Olha como Fiorella está bela. Virou uma bela mulher, como a mãe. - diz assim que entramos na festa. Vicenzo: - Qualquer hora o Terror te mata com tantos elogios à esposa dele. Pierre: - Ah, mata nada, nunca a desejei de fato para mim, apenas a admiro. Agora se eu fosse você eu desejaria a figlia deles. Até o nome dela é perfetto, italiano. Vicenzo: - Você não diz que eu tenho que casar com alguém da máfia? Eu já até estou arranjando isso. - jogo pra ver a reação dele Pierre: - Tudo pode ser arranjado meu figlio. E se estais a pensar naquela loira sem graça que você acha que eu não sei que vocês tem um casinho bobo e que não passará disso, você está muito equivocado. - fico boquiaberto e sem reação - Agora vá aproveitar com os jovens, hoje é festa mas, ainda tenho coisas a tratar com o Terror. - ele sai pra cumprimenta-los e eu sigo sem palavras. Nada passa batido por ele. Fico um tempo observando ela, linda demais, realmente, num vestido que deveria ser proibido. Esse cabelo preto, com os olhos num tom tão claro, como eu nunca vi antes, sem contar que tem hora que parecem azuis, e hora que parecem verdes. Essa ligação da máfia e a facção, principalmente entre meu pai e o Terror, existe desde que eu nasci. E como meu pai tem paixão pelo Brasil, desde criança venho muito aqui, ainda mais depois que a minha mãe morreu quando eu ainda era pequeno. Com isso, posso dizer que praticamente cresci com o pessoal daqui e gosto bastante. Eles são bem diferentes de mim e da minha criação. Muito mais livres, embora alguns deles, como a Fiorella, tiveram uma criação mais rígida, devido ao futuro que lhes aguardava e que está chegando. Responsabilidades. Acho que a Itália deixou de fazer bem para o meu pai, muitas lembranças, muitas tristezas, lamento que ele não tenha encontrado mais ninguém, somente diversão. A máfia até queria que ele se casasse de novo, mas ele bateu o pé. E acho que por isso passamos mais tempo no Brasil do que lá. Sigo pra felicitar ela pelos seus 18 anos, sua prima sai de fininho. Além de linda e sedutora nesse raio de vestido vermelho, ela tá toda cheirosa. Começamos a dançar e a beber, o tempo vai passando, teve o parabéns, mas logo estávamos todos de volta à pista. O jeito que ela rebola essa b u n d a, o nome dela pode ser italiano, ela tem uma pontinha de DNA italiano com certeza, mas essa b u n d a dela é todinha brasileira. Que tentação. Já tô louco de t e s ã o com ela dançando se esfregando em mim, tá difícil me controlar, já esqueci completamente da minha vida, quando ela diz que tem um quarto pra ela e pra todo mundo nesse hotel acabou pra mim né. Fiorella: - O que foi? - sorri maliciosa Vincenzo: - Tu tá me provocando a noite toda e agora diz que tu tem quarto disponível aqui? Fiorella: - Eu te provocando? - diz sonsa Vicenzo: - Não se faz de santa Fiorella, não combina com você. - ela dá risada chegando bem pertinho de mim e eu pego em sua cintura Fiorella: - O que você quer Vicenzo? - ela diz olhando para os meus lábios e então olha nos meus olhos com intensidade e eu fico pensativo por um momento. P o r r a! Vicenzo: - F o d a s s e! Eu quero você. - ela sorri vitoriosa e pega na minha mão me puxando e então saímos do salão. C a c e t e, não sei nem se alguém reparou, se o pai dela reparou, p o r r a, o Terror me passa sem dó. - Tem certeza? - pergunto a ela assim que passamos pra dentro da suíte. Fiorella: - Eu que te pergunto. - ela diz com a sobrancelha erguida. Ela me olha s a f a d a e desce as alças do vestido. C a r a l h o! - Eu tenho certeza. - digo hipnotizado. Não espero mais nada e puxo ela pra mim, agarrando na sua nuca e cintura, acabando com o espaço entre nós, colo os nossos corpos e os nossos lábios. Sua língua invade a minha boca e se enrosca com a minha num beijo sedento não sei nem do que, mas quanto mais eu a beijo, mais eu quero beija-la. Despimos nossas roupas sem nos largar um minuto se quer. Caímos na cama comigo por cima dela. Os dois já ofegantes, o coração acelerado. P o r r a! Ela é ainda mais incrível sem roupa, como que pode. Linda, gostosa, toda perfeita, um monumento. Beijo sua mandíbula e vou descendo pelo seu pescoço, mordisco os seus s e i o s perfeitos, beijos a sua barriga e chego no paraiso. Passo a língua na sua b u c e tinha perfeita, sem nenhum pelinho, a típica depilação brasileira. As italianas curtem deixar algum pêlo, ou num formato de um pequeno triangulo invertido, ou uma linha.. Fiorella: - Vicenzooo.. - o jeito que ela geme o meu nome me arrepia até a alma e me e x c i t a que eu já tô duro pra c a r a l h o. Outra mania de ter crescido boa parte da minha vida do Rio, falo tanto palavrão quantos os 'crias' do morro. Chupo ela com vontade, uma vontade que eu nunca nem tive com outra, na verdade essa é a primeira vez que tenho vontade de fazer isso numa mulher. Não sei se é ela, mas é perfeito. Apesar de nunca ter feito, conheço bem o corpo de uma mulher, então mordisco o seu c l i t o r i s e soco a minha lingua na sua entrada até ela g o z a r e p o r r a, eu poderia g o z a r só com essa visão. Vicenzo: - Bella, tem certeza? - digo posicionado na sua entrada, o meu coração tão acelerado, como eu nunca senti antes. Ela assenti com a cabeça, eu pego uma camisinha, daquelas mais finas, do jeito que eu gosto e então começo a me empurrar pra dentro dela. - P u t a que pariu, apertada pra c a r a l h o. - bagulho tá até dificil de entrar. Fiorella: - AH! - ela solta um gritinho quando eu termino de entrar tudo. Começo a me movimentar dentro dela e p o r r a que sensação é essa. - Ainnnn.. - ela gemendo então.. Vicenzo: - P o r r a Fiorella, que delicia que tu é.. - soco nela intensamente, prolongando o máximo que eu posso, quando sinto a b u c e t a dela contraindo não me aguento e g o z o junto com ela, apertando sua cintura. Me jogo ao seu lado até que recuperamos o fôlego. A gente tá com preguiça, cansados e sentindo os efeitos do álcool, mas mesmo assim tomamos um banho rápido e em seguida caímos na cama.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR