Cap. 04 Laiz

1775 Palavras
Laiz narrando Meu arrumei pra essa festa pra matar um mesmo. Ou o Héctor, de t e s ã o, ou o meu pai, do coração. Eu tô torcendo pela primeira opção. Coloquei um vestido tubinho curto, prateado e bem brilhoso, com um decote profundo, e eu tenho s e i o s fartos né, o vestido emenda numa garganta tipo coleira com umas correntinhas penduradas. Tenho 1 metro e 72, e coloquei um saltão preto. Meus olhos castanhos claros estão bem marcados na maquiagem, meu cabelo castanho escuro com morena iluminada estão bem lisinhos e soltos, num tamanho médio, minha boca carnuda com um batom rosa nude. Tenho corpão, malho com as meninas desde nova e amo ousar nas minhas roupas. Crescemos todos muito amigos, na mesma medida que isso é bom, também é r**m. Sempre fui apaixonadinha pelo Héctor, o garoto é um gostoso né, mas por muito tempo eu acho que ele só me viu como amiga mesmo, só recentemente que começamos a trocar uns beijos e a coisa tem esquentado. Eu não digo que me guardei para ele nem nada, mas apenas que nenhum outro que eu tenha ficado despertou tanto desejo em mim assim, então sim, ainda sou virgem, e tô pronta pra deixar de ser, com ele. Eu apenas tive uma boa criação, minha mãe sempre dizendo não querer que eu cometa os erros dela, os quais sei pouca coisa, de forma bem superficial mesmo, pois é um assunto que ela mesmo não gosta, se envergonha. Mas não é porque eu sou virgem que eu sou b o b a, afinal eu sou cria do morro, filha de Luiza e Lk e esses dois tem história viu. Sei bem onde eu tô me metendo, Héctor já tem uma fama né, vai ser o dono do morro, minha mãe mesmo diz que ele parece pior que o pai quando tinha essa idade. Mais fechado, mais sério, mais p u t o, a diferença talvez seja a discrição que talvez ele tenha herdado da tia Fernanda. Mas eu vou encarar, tá rolando, tô deixando rolar, vamos ver no que vai dar. Vou deixar o meus sentimento bem guardadinho e vou só curtir o momento, curtir o lance. Acho que esse meu lado mais emocional, mais b o b o, vem do meu pai que ficou completamente de babão assim que descobriu que minha mãe tava grávida de mim. Mas eu vou me segurar e vamos ver no que vai dar. Amo quando ele demonstra estar bolado com a minha roupa, coloquei justamente nessa intenção. A festa começa a bombar e a gente se joga nela. E quando a gente começa é o fim, ou é o começo, não sei kkkkk. Sei que não tem quem nos segure. Herdamos muito dos nossos pais, todos os defeitos e qualidades, e acho que ainda veio multiplicado. Héctor: - Laiz Laiz.. - ele fala no meu ouvido segurando o meu cabelo pela raiz fazendo um arrepio percorrer o meu corpo da raiz do meu cabelo até a minha b u c e t a que molha no mesmo instante. O baile da festa tá bem escuro, o jogo de luzes pisca, mas não ilumina tudo a ponto de vermos o que está acontecendo uns com os outros, mas mesmo assim é arriscado acabar se explanando. Porém hoje, tá todo mundo a perigo mesmo. Com o pouco que consigo enxergar o negócio tá pegando fogo, Laiz com o italiano, Jão e Esteh, bom esses a gente já tava sabendo mesmo, Maria Clara e Murilo, a Lara mais de canto, o Bernardo também. Todo mundo com o álcool nas alturas, inclusive nossos pais kkkkk. Meu pai e meus tios se irritam mais com suas mulheres do que com nós, filhas deles, graças a Deus. kkkk Com a Fiorella de frente pra mim a gente sensualizando descendo até o chão. O Hector atrás de mim e o Vicenzo atrás dela, hoje o italiano tá solto solto kkk. Eu sei que a Fi arrasta uma asa pra ele, mas segundo o tio Terror, a Fi é mais carne de pescoço que a tia Fernanda e não dá o braço a torcer. Quando eu pisco eles sumiram. Que? Bom, eu até já imagino e pra ser sincera, eu tô na mesma intenção. Me viro pro Héctor segurando em seu pescoço e danço provocando ele, que coloca as mãos de minha cintura e aperta firme. Héctor: - Laiiizz. - ele volta a me chamar em alerta. Respiro fundo, tomando coragem... Laiz: - Vamos sair daqui. - digo no seu ouvido e ele me aperta de novo. Mie coração martelando no p e i t o, medo dele me negar, mas quando eu quero sou tão r**m que janto a Fi, também frequentei as aulas da tia Fernanda kkkkkk. Se ele me negar não vou demonstrar que fiquei abalada não, ainda cato outro nessa festa. Héctor: - P o r r a Laiz. Eu não vou negar cara. Mas tu sabe o que ta fazendo? Eu não quero perder a sua amizade. - engulo seco mas me mantenho firme. Laiz: - Eu sei. Não vamos perder a amizade. - digo convicta. Héctor: - Então vamos embora. - diz depois de olhar para os lados. Saímos de mãos dadas da festa, pessoal já ta tri louco e a gente não tá muito diferente, embora ainda estejamos bem lúcidos, mas a cabeça já gira um pouco. Hector: - Laiz... - ele começa segurando o meu rosto assim que entramos no quarto. Laiz: - Xiiiiu! Para de falar. - avanço nele selando os nossos lábios. Ele enfia a língua na minha boca e aperta a minha b u n d a de um jeito que eu fico fraca. Me diz, como que não fica com o t e s ã o lá em cima desse jeito? Ele me vira de costas e desce o zíper do meu vestido e tira ele. Eu me viro e puxo a camisa social, desafivelo o seu cinto, abro e puxo a sua calça. Tô nervosa, já venho sentindo esse volume e tô prevendo que esse negócio vai me rasgar inteira pra entrar. Mas se Deus fez, é porque cabe. Enquanto ele tem uma mão na minha nuca me segurando com possessividade, a outra mão desce na minha i n t i m i d a d e. Héctor: - C a r a l h o, tu já tá toda molhada mano. Ele circula o meu c l i t o r i s com os dedos e eu solto um gemido no meio do nosso beijo, cada vez mais e x c i t a d a. Ele me empurra na cama, abre as minhas pernas e passa a língua na minha i n t i m i d a d e e é aí que eu já não consigo mais controlar a minha boca. Laiz: - Héctorrr ahhh. - me desmancho de prazer quando ele chupa com mais intensidade. Héctor: - C a r a l h o! - olho pra ele que me olha como se fosse me devorar, o calor que está nessa suíte está surreal. Ele alisa o seu m e m b r o e socorro, chega me dá água na boca. Hector: - Me chupa! - eu nunca fiz, mas também não é como se eu não fizesse ideia alguma de como fazer. Seguro no seu m e m b r o com firmeza, umedeço meus lábios, passo a língua na extensão toda e chupo só a cabeça, como se fosse um sorvete, ele suspira pesado e o seu p a u pulsa na minha mão. Junto saliva na boca e coloco tudo o que cabe do seu m****o e o que não cabe eu deslizo a minha mão fazendo um vai e vêm. Sua mão agarra o meu cabelo, mas sem força, me incentivando. Hector: - C a r a l h o Liz, que boquinha é essa. - sorrio por dentro toda vez que ele me chama pelo meu apelidinho de criança. Mamo ele bem gostoso e babado até que ele me para. - Para, se não vou g o z a r. Tá pique profissional p o r r a. - ele beija a minha boca com intensidade e depois me empurra na cama. Penso se conta da virgindade ou não e resolvi que se ele não falar nada, eu também não vou falar. Ele coloca uma camisinha e se prepara pra entrar em mim, meu coração batendo muito forte. Laiz: - Só vai devagar, você é grande demais. - engulo seco e ele sorri convencido, cafajeste. Héctor: - Pode pá, gata. - ele sorri e pisca um olho e eu, inevitavelmente, sorrio de volta. Ele se força pra dentro de mim, eu procuro relaxar, mas essa p o r r a dói pra c a r a l h o. - C a r a l h o, tu é apertada demais mano, que isso, que tentação. - diz perdido em desejo. Eu respiro fundo depois que entrou tudo, desgraçadamente limpo uma lágrima que brotou no meu olho. Até ele precisa de um minuto pra se acostumar dentro de mim. Ele começa a se movimentar e a estimular o meu c l i t o r i s ao mesmo tempo, o que me faz esquecer a dor e só lembrar do desejo que eu tenho dele e agora cada vez maior. Ele mete gostosinho até eu g o z a r. Laiz: - Ainnn Héctor: - Geme gostosa, geme meu nome. - diz e x c i t a d o. Laiz: - Héctorrr.. - digo gemendo e olhando em seus olhos, quando ele me faz g o z a r a segunda vez e por fim me acompanha. Caímos exaustos na cama. Eu tô em êxtase, satisfeita, cansada, dolorida e feliz. Héctor: - Tô mortão, mas bora de banho. - ele acende a luz e paralisa olhando pra cama. Merda! - P o r r a, te machuquei? - ele fica em choque Laiz: - Não! Tô bem. - fico tensa Héctor: - P o r r a, tem sangue. Levanta daí, vamos chamar um médico, sei lá. A minha mãe vai me matar. - ele vai pra pegar o celular e eu não permito. Laiz: - Calma. - seguro a sua mão - É que eu era virgem, um pouco de sangue é normal. - digo meio tensa, meio sem graça e vejo ele engolir em seco. Héctor: - P o r r a Laiz! Não é sério, é? - agora eu que engulo seco.
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