O amor entre Hana e Ji-Won já não tinha pressa. Essa foi a primeira coisa que Hana percebeu naquela manhã tranquila, quando acordou com o braço dele envolto em sua cintura, não como p******o, mas como presença. Não havia tensão no gesto. Nenhuma tentativa de segurar. Apenas estar. Ela ficou alguns minutos observando o rosto dele adormecido, os traços relaxados, a respiração tranquila. Pensou em quantas vezes o amor, no passado, tinha sido urgência, medo de perder, necessidade de provar. Aquilo era diferente. — Isso não me prende — pensou. — Isso me ancora. Ji-Won acordou pouco depois, piscando devagar, ainda meio distante do mundo. — Você está me olhando — disse, a voz rouca. — Estou — Hana respondeu, sem desviar. — Estou percebendo. Ele sorriu de leve. — E o que percebeu? Hana p

