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A herdeira da máfia

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amor depois do casamento
casamento arranjado
independente
máfia
bandido
Comédia
não casal
inimigos para amantes
imprudente
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intro-logo
Sinopse

Angelina Becker é uma mulher altamente perigosa, criada no mundo da máfia, é uma poderosa máquina de matar, e tem como sua maior arma contra seus inimigos, o seu jeito sedutor. Porém, agora aos 24 anos, está prestes a assumir os negócios da família, algo com o qual ela sempre sonhou, no entanto, devido a sua teimosia em querer fazer tudo sempre do próprio jeito, ainda que seja o jeito errado, o que deixa seu pai irado, para isso ela teria que casar-se com Thomaz Hilberg, o homem que se tornou seu maior inimigo com o passar dos anos, mesmo suas famílias sendo tão unidas, fazendo com que passassem a ser a família de mafiosos mais respeitada da Rússia, caso não aceitasse, seu pai entregaria o trono a seu primo ambicioso, que pensa estar bem mais preparado para o cargo. Mas, Angelina não aceita jamais ser dominada por um homem ou até mesmo precisar de um ao seu lado para ter algo que é seu por direito.

Será que realmente ela irá abrir mão da sua liberdade para conseguir o que tanto quer, e aceitará casar-se com o Thomaz?

Obs: Contém cenas de sexo explícito e palavrões.

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Prólogo!
Angelina Narrando — Pronta? — Frederic, nosso chefe de segurança, pergunta da parte inferior da casa. — Quase! — grito em resposta, terminando de contornar meus lábios com um batom vermelho sangue. Me olho no espelho e curvo os lábios em um sorriso bem sexy, para a morena refletida nele. Estou literalmente vestida para matar. Um vestido preto justo, com um decote arrasador, que vai até um pouco acima da minha barriga, contorna perfeitamente todas as curvas do meu corpo. Escondo por debaixo do vestido um suporte de perna para armas, com uma pistola P320 e uma faca, com esses equipamentos, sinto-me ainda mais poderosa, do que qualquer roupa ou acessório possa me deixar. Deixei meus longos fios negros soltos, com leves ondas. Fiz também uma maquiagem bem destacada, não extravagante, mas que me deixasse ainda mais sexy. Não preciso de muita coisa, sei o quão linda sou, e sim, tenho a autoestima lá no alto, não preciso de nenhum homem para dizer o que vejo todo dia através do espelho. Para completar o look, coloco meu salto fino, também preto, embelezando ainda mais minhas belíssimas pernas, levemente torneadas. Quem vê de longe, acredita que sou apenas uma jovem indo a uma festa de gala e talvez rolando numa cama com um homem, em uma noite de puro prazer. Borrifo o meu perfume, pego a pequena bolsa de mão e coloco meu celular, saindo do quarto em seguida. Desço a pequena escada da casa, deslizando a mão pelo corrimão, dando de cara com a nossa equipe no hall de entrada, estavam todos à nossa espera. Ganho o olhar de todos, alguns dos nossos homens tentam disfarçar a olhada, porque sabem como é o meu pai, sempre diz que não sou para o bico de nenhum deles e exige respeito. — Está linda. — Frederic comenta, soltando uma piscadinha. Sinto malícia em seu tom de voz. Eu e o Frederic já tivemos um rolo, porém, não durou muito, porque ele quer um relacionamento sério e eu não sou disso. Amo demais a minha liberdade. — Eu sei. — respondo o elogio com um sorriso de lado e pisco de volta. — Gosto da sua modéstia. — fala sarcástico e dou de ombros. — Vem cá, Angel. Papai me chama e me entrega uma escuta, que imediatamente coloco no ouvido, escondendo com o cabelo. — Tem certeza que darão conta? — Claro, papai. Voltarei para casa com uma cabeça na bandeja. — solto uma gargalhada. — Angel... — papai me repreende. — Fica tranquilo, senhor Becker. Tudo sairá como planejamos, ficarei na cola da Angel. — Frederic como sempre, puxando o saco do meu pai, achando ele que isso me atrai. Reviro os olhos. Repassamos mais uma vez o plano todo e só depois de ter certeza que estou pronta, papai me deixa ir. Colocamos a máscara, pois, coincidentemente, a festa que iremos é um baile de máscaras, tornando a situação ainda mais propícia. Papai sabe que já estou mais do que acostumada em fazer coisas assim, todavia, ainda me enxerga como uma menina. Espero que ele só não se esqueça de tudo que me ensinou ao longo da vida e que essa menina aqui vai herdar o seu lugar como a chefe de uma das máfias mais poderosas do mundo, espero a minha vida toda por esse momento. — Estão escutando? — pergunto para confirmar, saindo do carro. — Estamos sim, pode prosseguir. Entrego a chave para o manobrista e sigo o meu caminho até o imenso salão, tendo a minha entrada liberada assim que passo por ela. Observo o local — que já estava cheio — à procura da minha vítima, porém, não o encontro. — Algum sinal do traidor? — ouço Frederic através da escuta. — Ainda não, continuarei procurando. Ando mais um pouco, sentando na mesa reservada para mim e mais alguns convidados. Meu parceiro chega minutos depois. Fingimos ser um casal para que ninguém desconfie sobre o que viemos fazer aqui. Um homem, que logo reconheço como sendo o filho da p**a que viemos pegar, obviamente não me reconhece devido à máscara, se junta a nós, na mesa. O mesmo não para de me encarar, pensando ele estar me seduzindo. E eu, como uma ótima atriz que sou, deixo minha diva interior começar a agir, entrando no papel. — Vou ali pegar uma bebida, já volto. — mordo o canto do lábio inferior e sorrio disfarçadamente para o ordinário. Já na mesa de bebidas, pego um copo para me servir. — Como uma mulher tão bonita, pode estar ao lado de um homem sem prestígios como aquele? — aponta para o Frederic com a cabeça, enquanto se serve de uma boa dose de whisky com limão. Sorrio sedutora. — Como sabe que sou bonita? Não dá para ver o meu rosto... — Com esse corpo — percorre meu corpo inteiro com os olhos — É impossível que não haja uma bela mulher por detrás dessa máscara. — Hum... Interessante a sua percepção das coisas. — tomo um gole do meu drink e passo a língua nos lábios. — Será que a donzela me daria a honra de uma dança? Reviro os olhos. Esses homens são tão previsíveis. — Isso se o seu namorado não se importar... — Não se preocupe com isso, não somos namorados. — Excelente notícia. Deixo o copo sobre a mesa, ele faz o mesmo, me guiando para o meio do salão. Coloca a mão em minha lombar e a outra eu seguro, imediatamente a música muda, para um ritmo lento e sensual. — Desculpe a indelicadeza, mas não perguntei seu nome... — sua voz soa rouca bem rente ao meu ouvido. — Se eu te falasse, teria que matar você... — respondo sussurrando. O mesmo solta um risinho contido. — Mulher misteriosa... Gostei disso. Continuamos dançando, faço de tudo para provocá-lo, passando minhas unhas em seu pescoço, dando leves arranhadas e ficando o mais próximo possível do seu corpo, noto suas reações, mesmo por debaixo da máscara, é notório seu desejo por mim. — Que tal sairmos daqui? — sugere, raspando a barba fina em meu ouvido. — Achei que teria que convidar... Vamos! Antes de sair, passo pelo Frederic, que via toda a cena atentamente, tocando em sua mão de modo que ninguém perceba. Ele logo entende o recado, esperando apenas sairmos de sua vista para nos seguir. Chegamos do lado de fora do salão, o manobrista rapidamente traz o seu luxuoso carro, ele abre a porta do carro para mim, como um cavalheiro, entramos na parte traseira e seu motorista dá partida. Como meu celular tem rastreador, não será nem um pouco difícil para o Frederic e minha equipe me encontrarem. O traidor começa a beijar meu pescoço, não vou negar que senti uns arrepios, até porque não sou de ferro e o pilantra tem o jeito de deixar uma mulher enlouquecida, além de ser muito bonito. Entre beijos e carícias, o pego de surpresa, sentando-me em seu colo, ele explora toda minha boca com sua língua e o filho da pu.ta beija bem. Vai apertando minha bun.da, sinto seu mem.bro volumoso dentro da calça, me mostrando o quanto está e******o. Ele coloca a mão em minha nuca, segurando meus cabelos com força, fazendo-me soltar um gemido, irei matá-lo, mas antes tirarei uma casquinha desse filho da pu.ta miserável. Chegamos a um hotel e nos recompomos para entrar. Ele vai até a recepção, pede um quarto e seguimos. Ao chegar, assim que ele abre a porta, empurro-o sobre a cama, ele sorri de lado, m*l sabe o o****o quais são as minhas intenções. Abro os botões da sua camisa social, beijando seu peitoral totalmente musculoso, ele joga a cabeça para trás, aproveitando o prazer, continuo descendo, abro o zíper da sua calça e noto que pelo volume, seu m****o é maior do que pensei. Abaixo e retiro sua cueca, vendo seu pa.u saltar duro feito pedra e pulsando, mostrando todo seu te.são. Começo a fazer meu trabalho, massageando e chupando, vendo-o delirar de prazer e em poucos minutos gozar. Limpo minha boca e ele faz menção para continuarmos. — Já volto, preciso ir ao banheiro. — ele assente. Sigo para a suíte, me trancando e pegando o celular em seguida para enviar uma mensagem ao Frederic. Abro a chuveiro, para não fazer barulho e o crápula não acabar desconfiando. “Já chegou?” Angel “Sim, estou aqui. É só dar a ordem para subirmos.” Frederic “Podem subir.” Angel — Está tudo bem aí? — ouço batidas na porta e ouço a voz do traidor. — Já estou saindo. Guardo o celular, pegando minha arma. Me olho no espelho do banheiro antes de sair e sorrio. — Hora do show! — sussurro. Coloco a mão para trás, escondendo a arma e ele vem todo se achando o fodão para cima de mim, até baterem na porta do quarto. — Serviço de quarto. — Não pedi nada. — ele grita em resposta. — Cortesia da casa, senhor. O i****a vai até a porta, e ao abri-la, se depara com o Frederic apontando a arma para sua cabeça. — Se der um pio, você morre. Bastante assustado, olha para trás e se depara comigo apontando uma arma para ele também. Levanta as mãos em rendição, com os olhos esbugalhados. — O que querem de mim? Se for dinheiro, podem levar tudo, só não me matem. Solto uma risada crua. — Dinheiro não basta, quero sua vida. Se fizer tudo que eu disser, talvez eu te deixe viver — olho bem séria — Ajoelha! — ordeno e ele o faz, colocando as mãos atrás da cabeça. — Quem é você? — Seu pior pesadelo. — ponho a arma em sua cabeça. — Não me mata, por favor. — suplica e começa a chorar. — Ué, cadê o garanhão que me seduziu a noite toda e me trouxe até aqui? — Lembre-se que seu pai quer ele vivo. — Frederic comenta, ainda com a arma apontada. — Eu sei, mas estou pensando seriamente sobre isso. Acho que posso me deliciar em torturá-lo. — Seu pai vai me matar, se você fizer isso. Retiro do suporte de armas na minha perna, uma faca fina, porém, muito precisa. — Um dedinho só ou dois, não irão fazer falta né? — estendo a mão — Anda, me dá a mão! — Pelo amor de Deus, moça... — o pilantra suplica, quase se mijando de medo. — Deus? Ele não vai ter piedade de um traidor como você. Me dá a mão ou eu atiro! — ameaço. Ele me dá a mão, ainda com medo e choramingando. Minha vontade é de rir, mas sou profissional demais para isso. Em seguida, arranco dois dedos de sua mão, sentindo-me maravilhosa. Ele grita muito, vendo seu sangue jorrar.

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