Dois dias depois... Angelina Narrando Abro os olhos lentamente e pisco repetidamente, tentando me acostumar com a claridade, que invade o lugar onde estou. Aperto forte os olhos, conseguindo finalmente abri-los. Olho ao meu redor e tudo que vejo são paredes brancas, um ar condicionado na parede. De um lado da cama onde estou deitada, uma tela que aparentemente monitora meus batimentos cardíacos, tento levantar o braço e noto um acesso em minha veia, então volto a olhar para o lado e vejo uma bolsa de soro. Meu corpo todo dói, parece que fui atropelada por uma boiada. — Angel — ouço uma voz que me faz olhar para o outro lado, é o papai, ele se aproxima de mim — Finalmente você acordou, minha filha! — Onde estou, papai? — minha voz está fraca. — No hospital. Você dormiu por dois dias

