Chegamos à praia de Fortaleza pouco depois das nove da manhã, e o lugar já começava a se encher de turistas e moradores locais aproveitando o sol escaldante. O céu estava limpo, sem uma nuvem, e o som das ondas quebrando na areia era como um convite para deixarmos de lado os problemas e simplesmente relaxarmos. Paulinho, ainda reclamando da ressaca, foi direto para uma barraca e se jogou numa espreguiçadeira, colocando os óculos escuros enquanto Ester ria do jeito exagerado dele. — Você parece um velho, Paulinho! — ela provocou, enquanto jogava a toalha sobre uma das cadeiras ao nosso redor. — Não me importo — ele resmungou, afundando ainda mais no assento. — Só quero sobreviver a essa ressaca sem mais comentários. — Dona Lúcia estava p**a com você ontem. Quando você vai controlar essa

