Acordei em um sobressalto, meu coração batendo forte no peito. Os sons das pancadas na porta me deixaram em alerta imediato, enquanto eu puxava o ar rapidamente para meus pulmões, tentando entender o que estava acontecendo. — Eu acho bom que você abra essa porr* de porta! — Coringa gritou do outro lado, sua voz grave reverberando pela casa e me trazendo de volta à realidade. Ainda estava na casa dele. No quarto que ele me designou. Na cama que ele comprou. Eu ainda era sua prisioneira. Meu peito queimava, e os olhos se inundaram com lágrimas mais uma vez. Com dificuldade, me arrastei para fora da cama e andei até a porta, sentindo o peso do mundo sobre mim. Meu corpo se retesou quando senti um frio subir pela espinha. Fechei os olhos por um instante e destranquei a porta, sem coragem d

