Capítulo 35

1644 Palavras

Coringa Passo os dedos lentamente pela superfície lisa da mesa de madeira maciça, sentindo o toque frio e polido sob a pele. O ambiente ao meu redor é pesado, denso de tensão, e o cheiro de cigarro queimado ainda paira no ar, impregnado nas paredes do meu escritório, um reflexo da rotina que vivo. O som dos passos ecoa pelo chão de concreto quando eles entram, arrastando com eles o meu cunhado. Ele m*l consegue disfarçar o medo que consome cada traço de seu rosto. Seus olhos, arregalados e nervosos, encontram os meus com a hesitação de quem sabe que está com a cabeça a prêmio. Ele entende o peso da situação. Sabe da merda que fez, sabe que, a qualquer momento, eu posso decidir que não vale mais a pena deixá-lo vivo. Faço um sinal discreto com a mão para que ele se sente. Th e Batman, co

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