Capítulo 39

604 Palavras

Eu estava completamente desesperado enquanto corria pra dentro com a Vitória nos meus braços. Meu coração batia rápido igual uma escola de samba. Quando entrei, eles logo vieram socorrer ela. Colocaram ela numa maca e levaram para o centro cirúrgico. Agora mesmo, eu estava sentado na sala de espera, puto pra c*****o com a demora, mesmo tendo noção de que é necessário. — Que inferno. — Eu Grunhi. — Calma, mano. — Ester diz, com a voz suave e baixa. Ela toca as minhas costas e faz um carinho, tentando me passar algum conforto. — Se alguma coisa acontecer com ela, eu nunca mais vou me perdoar. — Suspiro, coçando meus olhos. — Nem eu. — Ela sussurra. — Teté, não foi culpa sua não. — Eu me viro pra ela, enquanto repito a mesma coisa de sempre. Minha irmã tem se culpado pra c*****o po

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