Não te devo

598 Palavras

Depois do mercado, Guilherme insistiu em fazer o jantar para agradecer pela ajuda. Eu recusei, mas ele continuou a insistir até que cedi. Eu tinha que parar de fazer o que ele queria, sabia disso, porém continuava me deixando levar. Enquanto ele se movia pela cozinha, eu observava - o, tentando descobrir o que ele faria. Tinha colocado diversos ingredientes em cima da pia e trabalhava cuidadosamente neles. A expressão concentrada no seu rosto apenas o deixava mais bonito. — Você sabe o que está fazendo? — questionei curiosa. — Sim — respondeu ele sem tirar os olhos do que fazia — Não sou um cozinheiro muito bom, mas consigo fazer algumas coisas. — Quer ajuda? — perguntei. Odiava ficar sem fazer nada. — Claro — ele afastou para o lado, deixando um espaço para mim na pia — Quer me

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